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BATEDORES DIVINOS
CANTEINS, Jean. Les Baratteurs divins. Paris: MAISONNEUVE & LAROSE, 1987
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Les baratteurs divins é o segundo livro da trilogia “Salvar o Mito”, publicado pela Maisonneuve & Larose em 1987. Canteins trata de diversas ações reunidas na tradição hindu, onde o eixo semântico se assenta no termo chave sânscrito math ou manth, cujo sentido básico é “fazer girar”, “agitar”. Serão considerados sucessivamente:
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a produção do fogo, que fará transição entre o oleiro (vide O Oleiro Demiurgo), posto que o “agitador” em questão passa do humano ao divino;
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a agitação do mar;
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em seguida à agitação da coxa, que nos leva ao domínio mítico (coxa de Júpiter), tratando-se de agitadores ou combatentes divinos.
Introdução
I A produção do fogo
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Os dois arani
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Agni “nascido do lotus”
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O fogo e a cinza
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Ulisses e o Ciclope
II A batição do mar
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Os batedores
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Vishnu
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A espuma
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A batição
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Dhanvantari e a copa
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Dhanvantari e o duplo movimento espaço-temporal
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Dhanvantari e o stupa
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O Moinho de Amlodhi
III A batição da coxa
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Tumescência e trato
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Os “fluidos”
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A “coxa”
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Os relatos R1, R2, R3
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Práticas da coxa esquerda
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Simbolismo sexual, simbolismo digestivo
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Mulher devoradora e jumento de fogo
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“Acasalamento solitário” ou androginia
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Do duplo ao único
IV A “coxa de Júpiter”
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O mito das pernas cozidas (segundo Plutarco)
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Genesis e Phthora
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A “paixão” de Isis e Osiris
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Dionísio e a tradição dionisíaca
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Dionísio e Osiris
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O culto de Osiris
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Androginias divinas
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Os avataraes da coxa
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A legenda de Batraz
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De novo sobre Dioniso
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