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PORQUE EXPOR OBRAS DE ARTE?
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A função primordial do museu de arte reside na conservação de obras antigas ou únicas que, destituídas de seus locais de origem ou funções originais, encontram-se sob ameaça de destruição por abandono.
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O cuidado institucional não implica obrigatoriamente a exposição física dos objetos.
A exposição, acessibilidade e explicação das obras ao público justificam-se exclusivamente por um propósito educativo.-
O ensino constitui a razão de ser da visibilidade das peças protegidas.
A distinção entre a exibição de obras de artistas vivos e a de obras antigas ou exóticas precede qualquer análise sobre a finalidade educativa dos museus.-
A natureza do objeto determina a abordagem pedagógica necessária.
A exposição de artistas contemporâneos cujas obras não correm risco iminente de destruição configura uma forma de publicidade não remunerada que beneficia marchantes e intermediários.-
O museu assume o papel de agente comercial sem auferir lucros.
A aspiração de um artista vivo por figurar em museus decorre prioritariamente de necessidades financeiras ou de vaidade pessoal.-
O desejo de exposição sobrepõe-se à utilidade intrínseca da obra.
As coisas são produzidas para propósitos e locais específicos aos quais são apropriadas, de modo que o artefato por encomenda atende a exigências controladas, ao passo que a arte voltada apenas para museus ignora o ambiente final.-
Steinfelds observa que obras criadas para museus tornam-se curiosidades dependentes da aprovação de administradores.
O verdadeiro problema da exposição recai sobre objetos antigos ou exóticos que, preservados por sua fragilidade e pelo desuso na consciência atual, compõem o núcleo mais significativo das coleções museológicas.-
A importância desses itens reside na preservação de uma utilidade que não é mais exercida efetivamente.
A utilização educativa de objetos que não podem ser manuseados ocorre por via imaginativa, requerendo que o espectador se projete mentalmente no uso de relíquias medievais, leitos egípcios ou oferendas antigas.-
O uso efetivo é substituído pela contemplação do propósito original.
A finalidade educativa exige a atuação de um docente capaz de explicar as necessidades do patrono original e os métodos do artista, visto que as obras resultam diretamente de quem as encomendou e as produziu.-
O contexto de produção é indissociável da forma atual do objeto.
A compreensão das obras exige a superação das reações pessoais ou do mero espetáculo, demandando o conhecimento dos homens que as criaram.-
A subjetividade do espectador é insuficiente para a interpretação histórica.
A interpretação educativa rejeita a imposição de gostos pessoais ou a presunção de que os antigos operavam sob motivos estéticos ou de autoexpressão contemporâneos.-
A projeção de conceitos modernos sobre o passado distorce a realidade do objeto.
O estudo da teoria da arte original é condição para compreender o que foi feito e para avaliar se o ponto de vista tradicional não seria mais verdadeiro que o atual.-
A divergência teórica convida a uma reavaliação da própria perspectiva moderna.
A análise de objetos gregos sob a tutela de Platão revela a inexistência da distinção entre belas artes e artes aplicadas na Antiguidade.-
A divisão moderna de categorias artísticas é estranha ao pensamento clássico.
A pintura, a agricultura, a música e a carpintaria são compreendidas como tipos equivalentes de poesia ou produção, fundamentadas, segundo Plotino e Platão, no pensamento inteligível e não meramente na sabedoria humana.-
O fazer humano é visto como um reflexo de realidades arquetípicas.
O desprezo de Platão pelas baixas artes mecânicas dirige-se exclusivamente às manufaturas que atendem apenas às necessidades do corpo, distinguindo-as do trabalho nobre.-
A nobreza do ofício vincula-se à finalidade da produção.
A arte saudável admitido no estado ideal deve ser útil e fiel a modelos retos, provendo simultaneamente as necessidades das almas e dos corpos.-
A beleza e a utilidade são requisitos inseparáveis da produção correta.
A música, como cultura, e a ginástica, como bem-estar físico, são fins que jamais devem ser perseguidos separadamente, sob pena de produzir artistas delicados ou atletas rudes.-
O equilíbrio entre o intelectual e o físico é a meta da formação humana.
A tendência contemporânea de considerar a cultura e a música como estimáveis porém inúteis ignora que, tradicionalmente, a música é o acompanhamento de uma ação.-
A arte desconectada da ação perde sua função orgânica.
As concepções modernas de cultura são negativas e, conforme Dewey, frequentemente esnobistas.-
O valor cultural atual é dissociado da utilidade vital.
As lições do museu devem encontrar aplicação na vida cotidiana.-
O conhecimento histórico deve ser funcional para o presente.
A aptidão para o uso e a eficácia dos objetos são dadas por certas, voltando-se a investigação para o sentido de fidelidade e significância das obras.-
A análise desloca-se da função corporal para a razão espiritual.
A fidelidade para Platão consiste na correção iconográfica, sendo todas as artes representações de modelos invisíveis através de analogias que evocam arquétipos.-
A representação artística funciona como suporte para a recordação de verdades inteligíveis.
As obras de arte servem como recordatórios e suportes de contemplação destinados a harmonizar o pensamento humano com as harmonias cósmicas.-
A arte visa a reintegração métrica do homem por meio da imitação de formas divinas.
A assimilação do conhecedor ao que é conhecido, conforme as Upanishads, torna a natureza dos paradigmas artísticos um elemento de suma importância para o valor cultural.-
O objeto de meditação determina a substância de quem o contempla.
O conteúdo da arte é superior ao seu método, pois o que é representado deve determinar como a obra é executada, da mesma forma que a forma determina a figura.-
A essência da obra precede sua aparência técnica.
A representação de formas invisíveis e as ações de deuses e heróis constituem o tema legítimo da arte, em oposição aos sentimentos pessoais do artista.-
A arte humanista é visto como uma degradação do propósito artístico.
O poeta que falha em imitar as realidades eternas e se limita ao caráter humano não possui lugar na sociedade ideal, independentemente da fascinação de sua obra.-
A fidelidade às realidades superiores é o critério de permanência social.
A tarefa da arte, segundo Andrae em concordância com Platão, é apreender a verdade primordial e reproduzir as imagens arquetípicas.-
A arte que não enuncia a palavra primordial não é considerado arte real.
A arte real é uma representação simbólica de coisas visíveis apenas ao intelecto, constituindo a antítese da educação visual moderna que foca na aparência das coisas.-
A visão intelectual sobrepõe-se à observação sensorial.
O instinto natural da criança de desenhar o pensamento antes da observação é frequentemente suprimido por métodos de ensino que priorizam a correção visual.-
A educação moderna desencoraja o pensamento em favor da mera cópia externa.
A instrução escolar contemporânea, ao focar no ver em vez do pensar, torna o museu um inimigo jurado de seus métodos de ensino.-
A pedagogia artística atual é vista como estéril por ignorar a origem intelectual do desenho.
Platão elogiava a arte egípcio por seu carter canônico e sagrado, no qual os modos de representação eram considerados corretos por natureza.-
A permanência dos modelos é sinal de sua veracidade e retidão.
A visão platônica é idêntica à dos escolásticos, para os quais a arte possui fins fixados e meios de operação verificados.-
A produção artística baseia-se em princípios imutáveis e técnicas comprovadas.
A inovação artística é fruto de impulsos irracionais, sendo que novos tipos de música podem destruir as bases da civilização.-
A estabilidade cultural depende da preservação de estruturas artísticas fundamentais.
A cultura sentimental ou estética é sinônimo de materialismo, preferindo a expressão instintiva à beleza formal da arte racional.-
A sensibilidade moderna é vista como uma degradação da razão artística.
A distinção entre o matemático movido por uma equação e o artista movido por uma visão formal é inexistente sob a perspectiva da lógica e da reta razão.-
A beleza reside na ordem intelectual e não nas superfícies agradáveis.
A beleza da linha reta, do círculo e das figuras geométricas é absoluta e não relativa, conforme o rigor platônico.-
A geometria é a base de uma arte intelectualmente superior.
A arte grego arcaico e geométrico corresponde ao conteúdo dos mitos respeitados por Platão, representando um nível de intelectualidade superior à arte humanístico posterior.-
O rigor formal é a marca da proximidade com a verdade.
A pintura em areia dos índios americanos é superior em tipo às produções europeias dos últimos séculos por seu caráter intelectual.-
A qualidade da arte é medida pela sua densidade metafísica e não pelo realismo.
A decadência da arte desde a Idade da Pedra reflete um declínio na intelectualidade, embora tenha havido progresso no conforto material.-
O diretor de um grande museu confirma a regressão do pensamento artístico humano.
A organização de uma exposição museológica deve possuir a função de desinflar a ilusão do progresso.-
O museu atua como corretivo da percepção linear da história.
A confusão entre a arte abstrato moderno e a formalidade da arte primitivo deve ser corrigida, pois a semelhança entre ambos é apenas superficial.-
A motivação por trás das formas determina sua natureza real.
A arte neolítico é abstrato ou algébrico por ser a única forma capaz de unificar coisas diferentes sob um princípio metafísico.-
A abstração primitiva é uma ferramenta de síntese intelectual.
As formas da arte grego primitivo mantêm o equilíbrio polar entre o físico e o metafísico.-
O equilíbrio é a condição para a manifestação da verdade na forma.
Bernheimer aponta que o esquecimento do propósito metafísico em favor de modelos absolutos é o erro fundamental do movimento abstrato moderno.-
A abstração contemporânea é vista como um maneirismo sem substância.
O formalista neolítico era um homem metafísico que integrava as necessidades da alma e do corpo em sua operação vital.-
A vida primitiva não separava o fazer material do pensar espiritual.
A exposição deve exortar o retorno aos níveis de cultura selvagem onde a integração entre ser e fazer era plena.-
O museu propõe uma reavaliação dos padrões culturais contemporâneos.
A presença de objetos de qualidade superior apenas em museus decorre da oposição essencial entre a produção para o uso e a produção para a venda.-
A deterioração do entorno cotidiano é consequência da lógica mercantil.
Os objetos de museu não eram originariamente tesouros para vitrines, mas itens comuns fabricados por encomenda para o uso.-
A musealização é o resultado do fim da vida útil e social do objeto.
A diferença fundamental reside na manufactura por homens livres e responsáveis versus a produção mecanizada voltada exclusivamente ao lucro.-
A palavra manufactor perdeu seu sentido original de fazer manual e humano.
O artefato de museu foi produzido por homens para os quais o trabalho era uma vocação e uma profissão.-
A identidade do trabalhador refletia-se na qualidade do produto.
Os objetos de consumo moderno não são feitos por homens livres, mas por indivíduos submetidos ao despotismo do vendedor.-
A liberdade do artista é cerceada pelo sistema industrial.
Platão sustenta que o artista deve ser um homem livre de obrigações servis para representar corretamente as realidades eternas.-
A emancipação do mercado é condição para a percepção da verdade.
O ato de imaginação onde a ideia se veste de forma imitável é um ato livre, enquanto a operação de incorporar essa forma no material é servil.-
A dignidade do trabalho depende da presença do elemento imaginativo livre.
Os métodos de manufactura industrial são vergonhosamente servis por omitirem o ato de imaginação livre do trabalhador.-
O sistema industrial é considerado indigno de homens livres.
O sistema industrial pressupõe a existência de artistas privilegiados e operários sem imaginação, reduzindo o trabalho à mera execução de ideias alheias.-
Eric Gill descreve a divisão entre o autoexpressionista e o operário privado de si mesmo.
A sociedade que reserva a liberdade apenas para os criadores de coisas inúteis e condena os produtores de utilidades à servidão não é verdadeiramente livre.-
A utilidade não deveria excluir a liberdade criativa.
A artesania vocacional distingue-se do emprego meramente lucrativo, sendo a base da qualidade superior encontrada nos museus.-
A vocação é a adequação natural do homem ao seu ofício.
Platão afirma que o trabalho realizado de acordo com a natureza de cada homem produz mais e melhor.-
A justiça social consiste em cada indivíduo exercer a função para a qual está dotado.
O prazer proporcionado pelo trabalho vocacional aperfeiçoa a operação, sendo visível nos objetos de museu.-
Os produtos em série carecem desse vestígio de satisfação humana.
O anseio pelo lazer revela que a maioria dos trabalhadores exerce tarefas para as quais não foi chamada por sua natureza ou por Deus.-
O trabalho contemporâneo é visto como um fardo e não como realização.
Artesãos tradicionais no Oriente trabalham além do horário por amor ao ofício, demonstrando a indissociabilidade entre trabalho e cultura.-
A cultura real manifesta-se em todos os atos da vida.
O divórcio entre trabalho e cultura produz uma cultura irreal de estufa, limitada às horas de lazer.-
A ausência de cultura no fazer torna o homem inculto.
A perda da vida vocacional, que Platão igualava à Justiça, resultou na destruição de todas as culturas que entraram em contato com a civilização industrial.-
O contato letal da civilização moderna é a prova de sua falha.
A compreensão da arte antigo exige que ele seja visto sob a ótica de seus autores, evitando o erro de interpretá-lo por meio da psicologia ou estética modernas.-
A falácia patética distorce o sentido original da obra.
O docente deve explicar termos como arte, natureza e inspiração, cujos significados atuais divergem totalmente da filosofia tradicional.-
A linguagem técnica antiga é um sistema estranho ao homem moderno.
O termo estética deve ser descartado por referir-se apenas a sensações e reações a estímulos externos, comuns a plantas e animais.-
A arte tradicional não visava a deleitação dos sentidos.
A aisthesis é a força indutora do instinto, e Platão exorta o homem a erguer-se contra os impulsos do prazer e da dor.-
A passividade diante das emoções é contrária à atividade do julgamento.
O julgamento e a apreciação da arte são atividades intelectuais, enquanto a experiência estética é apenas uma passividade sensorial.-
O esteta é aquele que se limita a gozar do que deveria compreender.
A arte é uma virtude intelectual e a beleza é o aspecto atrativo do conhecimento e da bondade.-
A beleza é um meio para a comunicação e não um fim em si mesma.
O homem de ação busca a reta razão ou lógica da composição nas obras de arte, em vez de se satisfazer com superfícies estéticas.-
O interesse da arte real reside na expressão e não na deleitação.
A composição das obras antigas obedece a razões expressivas, e o julgamento fundamental recai sobre a clareza com que o tema foi exposto.-
A comunicação efetiva é o critério de sucesso do artista.
O exame de uma obra de arte deve começar pelo seu tema, que na filosofia tradicional é sinônimo de forma ou ideia.-
O tema determina a estrutura da obra.
A forma é a alma da obra, e o modelo na mente do artista é o que molda a figura material.-
O sucesso da imitação é a medida da perfeição do objeto.
Deus chamou Sua criação de boa porque ela se conformava ao modelo inteligível, princípio que o artífice humano segue ao verificar sua obra.-
A perfeição é a conformidade entre o material e o ideal.
A beleza é a formalidade da obra, enquanto a informalidade é a fealdade ou ausência de figura.-
Tudo o que é bem feito deve estar em boa forma.
A arte não é o objeto tangível, mas o conhecimento que permanece no artista e pelo qual as coisas são feitas.-
Artefato é a obra feita por arte, mas não a arte em si.
O julgamento não deve ser confundido com o gosto, pois a beleza difere da formosura e há quem aprecie deformidades.-
Santo Agostinho ressalta que o gosto é subjetivo, enquanto a beleza é racional.
O ornamento significa originariamente equipamento ou provisão necessária para que o objeto funcione efetivamente.-
A decoração não é algo adicionado à beleza, mas o que a torna eficaz.
Os ornamentos primitivos possuíam valor metafísico e transformavam o objeto ritualmente para funcionar espiritual e fisicamente.-
O design solar é apropriado por simbolizar o vínculo com o Espírito.
A perda dos valores simbólicos transforma o ornamento em sofisticação irresponsável em relação ao conteúdo.-
A decoração moderna é dissociada do significado.
Sócrates sustenta que a distinção entre beleza e uso é apenas lógica, pois uma coisa só é bela no contexto para o qual foi desenhada.-
A utilidade é a condição da beleza.
A inspiração não é provocada por objetos externos ou materiais, mas pela operação de uma força espiritual sobrenatural dentro do homem.-
Dante descreve a inspiração como o Amor ditando o tema internamente.
A natureza na arte não se refere ao ambiente visível, mas ao princípio pelo qual as coisas são naturadas e agem conforme sua essência.-
A arte imita a maneira de operação da natureza e não suas aparências.
A apreciação da arte como experiência estética assume que o público precisa ser ensinado a sentir, quando este já sabe o que lhe agrada.-
O público naturalmente prefere o espetacular e o pessoal.
A função do museu não é halagar ou divertir, mas nutrir a parte intelectual do homem por meio da compreensão.-
A educação visual moderna é oposta à educação pela compreensão.
O público deseja saber sobre o que trata a obra, e Platão questionava sobre o que o sofista nos torna eloquentes.-
O tema é a preocupação primária do espectador comum.
A maioria das obras de arte antigas trata de Deus, tema frequentemente evitado em círculos educados contemporâneos.-
A verdade sobre o conteúdo das obras é frequentemente omitida.
A educação museológica deve ser uma instrução em filosofia, ontologia e teologia, provendo um mapa para a vida cotidiana.-
A arte deve afetar a vida e mudar os valores dos homens.
A abordagem antropológica é superior à estética por reconhecer o conteúdo metafísico das artes populares e folclóricas.-
A arte aplicado e a bela arte devem ser reunificados social e economicamente.
O público deve ser ensinado a exigir lucidez nas obras, compreendendo as doutrinas universais por trás dos símbolos.-
A comparação entre artes de diferentes períodos revela a unidade de princípios.
Representações egípcias, bizantinas e indígenas da porta solar são recordadores do Deus-porta, transcendendo o universo.-
A iconografia une diversas tradições sob o mesmo significado.
A harmonia era originalmente um termo de carpintaria, e a tradição vê o Pai e o Filho como carpinteiros que ordenam o mundo.-
A arquitetura tradicional segue modelos cósmicos imemoriais.
Deve-se distinguir entre a educação visual das aparências e a iconografia das coisas invisíveis que guiam a ação.-
A iconografia é o guia para o agir humano.
O sucesso do educador reside em minar a lealdade do público aos métodos de manufactura contemporâneos em favor da verdade antiga.-
Toda educação real implica uma reavaliação radical de valores.
O que é feito apenas para o prazer é um brinquedo para a parte passiva do homem, enquanto a arte real educa no amor ao ordenado.-
A arte deve promover a aversão ao desordenado.
O público deve questionar se a obra é verdadeira e para que utilidade serve.-
O valor humano reside na coincidência de beleza, utilidade e significação.
Artefatos superiores só podem ser criados por trabalhadores livres e responsáveis pelo bem da obra.-
A separação entre estudos de arte e factorias sem arte reduz a vida a níveis sub-humanos.
Estas constatações são deduções lógicas de uma vida dedicada ao estudo da filosofia universal da arte e não meras opiniões.-
A estética moderna é vista como uma aberração provincial e transitória.
O homem de museu deve sustentar que não se pode chamar de arte nada que seja irracional.-
A razão é o fundamento indispensável de toda produção artística.
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