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NOEL SOLAR
EVOLA, Julius. Symboles et “mythes” de la Tradition Occidentale. Milano: Archè, 1980.
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A doutrina da raça deve promover um retorno às origens para iluminar os significados profundos de tradições obscurecidas e limitar a influência do racionalismo e do cienticismo no homem ocidental.
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Recuperação do sentido vivo e espiritual de símbolos que sobrevivem apenas como costumes fragmentários.
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Utilização das concepções solares e heroicas das antigas tradições árias como referências fundamentais.
As festividades contemporâneas celebradas na era tecnológica perpetuam uma tradição arcaica que remete ao movimento ascendente da civilização ária primordial.-
Expressão da voz das próprias coisas em detrimento de crenças particulares humanas.
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Conexão entre o presente urbano e o alvorecer da humanidade.
O Natal e o início do ano coincidiam originalmente com o solstício de inverno, marcando o nascimento do novo Sol invicto na tradição romana e em ciclos civilizatórios ainda mais remotos.-
Identificação do dia vinte e cinco de dezembro como o Natalis solis invicti na Roma antiga.
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Reconhecimento da divindade Sol entre os dii indigetes como herança de uma tradição nórdico-ária anterior.
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Compreensão da religião solar imperial como uma renascimento alterado de um patrimônio ário antigo.
Vestígios arqueológicos e rituais da pré-história itálica confirmam a presença de um culto solar unitário e a centralidade do solstício de inverno para os povos ários primordiais.-
Presença de carros solares, discos radiados e swastikas em machados arcaicos no Piemonte e na Ligúria.
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Continuidade de signos e hierogramas desde a idade da pedra ao longo das rotas de migração ariano-ocidentais.
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Convergência de testemunhos sobre a importância ritual da data de vinte e cinco de dezembro.
O culto solar pré-histórico da raça ária não deve ser interpretado como uma forma inferior de idolatria naturalista, mas como a percepção dos fenômenos naturais enquanto símbolos de significados espirituais.-
Rejeição da tese de que a humanidade antiga divinizava supersticiosamente a natureza.
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Definição dos fenômenos sensíveis como suportes para a intuição de significados transcendentais.
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Analogia entre a degeneração de cultos antigos e a bigotaria em populações incultas contemporâneas.
O curso anual do sol e o solstício de inverno representam um drama cosmôgico de extinção e renascimento da luz da vida, fundamentando festas sagradas milenares.-
Significado das expressões landa ljome ou luz dos campos aplicadas ao astro solar.
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Experiência dramática do solstício de inverno como ponto crítico nas regiões de clima ártico habitadas pelos ários originais.
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Emergência do herói solar das águas e o reacender da luz após a escuridão e o frio mortal.
A árvore de Natal contemporânea é uma sobrevivência da tradição nórdico-ária da árvore do mundo que se ilumina no solstício com o dom da vida.-
Simbolismo da conífera semper virens como representação da vida que não fenece no inverno.
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Significado original das velas e dos dons como luz nova e força solar renascida.
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Conexão mítica entre a árvore cósmica e a arbor imperii presente nas lendas de Alexandre o Grande.
A transição para a análise da romanidade antiga introduz a fundamentação histórica das correlações solares.-
Necessidade de considerar aspectos específicos da tradição romana.
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Preparação para o exame das influências e identidades culturais.
O mitraísmo representou uma formulação da religião ariano-iraniana adaptada à mentalidade guerreira romana, identificando o nascimento de Mitra com o solstício de inverno.-
Difusão do culto de Mitra no Império Romano sob o imperador Aureliano.
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Reconhecimento de elementos do patrimônio ário e indo-europeu na complexidade do Oriente da época.
A relação entre Mitra e o Natal solar romano não constituiu uma alteração, mas um renovamento do calendário conforme os princípios cosmológicos primordiais de Rômulo e Numa.-
Observação de que as festas recuperaram a significação de grandes símbolos astronômicos.
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Coincidência das datas rituais com as grandes épocas da vida do mundo.
O atributo de invictus conferido ao herói solar e aos Césares simboliza a vitória interior sobre a natureza mortal e a qualificação espiritual para a função de comando.-
Transposição da qualidade de aniketos da divindade para o iniciado e para a figura do Imperador.
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Concepção de Mitra como fautor imperii, estabelecendo o nexo entre simbolismo solar e as ideias de realeza e império.
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Definição da solaridade como marca de uma humanidade superior ou super-humanidade.
A força triunfal mística da victoria Caesaris reflete as tradições ariano-iranianas do hvareno, a força solar de invencibilidade que investe os chefes.-
Identificação da estatueta transmitida entre os Césares como símbolo dessa qualidade espiritual.
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Caracterização dos detentores dessa força como seres distintos dos simples mortais.
Efígies e inscrições da Roma antiga testemunham um mandato divino solar que fundamentava a função imperial e a dominação universale.-
Representações do deus Sol portando o globo ou transmitindo-o ao imperador com a legenda Sol conservator orbis.
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Presença da svastika e da inscrição soli invicto comiti em medalhões imperiais.
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Associação do Sol Sanctissimus com a Águia, animal fatídico de Roma e condutor das almas imperiais aos céus.
A estrutura da semana e a simbologia da luz no cristianismo primitivo preservam fragmentos da sabedoria solar ária original.-
Etimologia de termos como Sonntag ou Sunday como dia do sol, originalmente o dia do mestre.
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Persistência do simbolismo da lux vera e da gloria no Evangelho de João.
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União do símbolo solar à cruz em monumentos do primeiro período românico.
A tradição comum aos povos ários e a Roma antiga unificava as dimensões religiosa, heroica e cosmográfica sob o mistério da ressurreição e do império.-
Percepção da natureza como uma voz que comunica o nascimento de um princípio de luz e vida.
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Afirmação da ideia de imperium em seu sentido mais alto e augusto.
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