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ÀQUELE QUE NÃO TEM
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A cegueira do homem moderno sobre a própria corrupção leva-o a questionar a justiça divina diante das catástrofes atuais, invertendo a percepção tradicional que reconhecia a culpa inerente a sua época.
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Incapacidade de discernir a verdadeira natureza humana.
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Ilusão de superioridade moral sobre o passado.
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Questionamento da “Ira de Deus” como sintoma de ignorância.
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A universalidade das tradições define a queda humana como a perda da centralidade e do contato com o eixo vertical, restando como único critério de valor a proximidade ou distanciamento em relação ao papel de mediador pontífice.
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Consenso sobre a perda do contato com estados superiores.
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Incapacidade de ser o “Homem Verdadeiro” (Taoismo).
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Definição de “pecado original” como privação da função de Pontifex.
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O desvio moderno distingue-se de todas as decadências anteriores por negar a existência da norma primordial e orgulhar-se de uma suposta ascensão a partir de baixo, invertendo a consciência ancestral da origem divina.
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Recusa em admitir a queda abaixo da norma.
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Fabricação de uma nova norma baseada na decadência.
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Crença inédita de que o homem “sobe” em vez de “descer”.
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A religião revelada surge providencialmente como resposta à queda para restaurar o elo com o transcendente e restabelecer temporariamente a perfeição terrestre, embora a tendência cíclica geral permaneça descendente.
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Função de reabrir o caminho para a centralidade.
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Estabelecimento do Krita-Yuga pelos ritos cumpridos.
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Necessidade de revelações sucessivas para conter o declínio.
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A mentalidade dominante na civilização atual constitui uma capitulação inconsciente diante da falsidade sobre a natureza humana, levando à crença absurda de que não houve perda alguma e de que a humanidade evoluída superou a necessidade do dogma do pecado original.
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Definição do homem moderno pela negatividade extrema.
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Esquecimento total da perda sofrida.
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Tentativa de autoridades religiosas de abolir o pecado original por “dignidade”.
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A recusa racionalista e científica das verdades transcendentes resulta paradoxalmente na perda da própria razão e na adesão a teorias infraracionais e anticientíficas, conforme ilustrado pela dinâmica espiritual da parábola dos talentos.
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Privação da lógica e da ciência no momento de maior necessidade.
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Fechamento ao Espírito como causa da estupidez.
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Vulnerabilidade a convicções enganosas.
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O racionalismo e o cientificismo atuam como polos de uma pseudo-religião moderna onde a fé subjetiva no progresso é sustentada pelo dogma objetivo da evolução, paralisando a inteligência com uma falsa transcendência.
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Racionalismo alimentando a pseudo-fé no progresso.
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Cientificismo fornecendo a pseudo-doutrina evolucionista.
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Cientista como sumo sacerdote que fala ex cathedra.
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A aceitação generalizada do evolucionismo pelo público leigo decorre menos da compreensão técnica do que da confiança cega na autoridade sacerdotal do cientista e do desejo de confirmar a fé no progresso.
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Uso de jargão técnico para intimidar o profano.
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Adesão do cientista à evolução por motivos religiosos, não científicos.
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Vontade do público de ser enganado.
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As teorias da evolução e do progresso sustentam-se mutuamente como um castelo de cartas, sendo necessário recorrer a cientistas dissidentes como Douglas Dewar e Evan Shute para desmascarar a ilusão transformista.
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Dependência recíproca entre as duas ideologias.
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Uso da evolução como caução para o progresso contra as evidências.
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Alívio intelectual proporcionado por avaliações objetivas não-evolucionistas.
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A distinção crucial estabelecida por Shute demonstra que a micro-evolução observável confirma a estabilidade das espécies e as barreiras naturais, tornando a hipótese da mega-evolução não apenas não demonstrada mas logicamente perversa.
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Micro-evolução como fato em escala limitada.
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Existência de barreiras invisíveis na natureza.
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Extrapolação abusiva para a transformação de classes (répteis em aves).
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A análise das dissensões internas entre os próprios evolucionistas revela que as diversas hipóteses explicativas se anulam reciprocamente, expondo a teoria da mega-evolução como uma fraude intelectual.
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Reino da hipótese como reino da discórdia.
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Críticas devastadoras de cientistas contra seus próprios colegas.
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Resultado líquido nulo das teorias combinadas.
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A complexidade anatômica irredutível, exemplificada pela diferença estrutural entre o pé humano e o pé símio, refuta as simplificações desonestas de Darwin sobre a capacidade preênsil e a suposta transição gradual.
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Argumentos de Dewar contra a ignorância explorada pelos textos evolucionistas.
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Função do ligamento transversal no pé humano.
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Impossibilidade mecânica de transformar o pé em mão preênsil sem destruí-lo.
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A transposição ilegítima da ascensão espiritual vertical para o plano temporal horizontal cria a ilusão de um progresso contínuo que ignora a lei natural e histórica dos ciclos de crescimento e declínio.
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Confusão entre saída do tempo e extensão no tempo.
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Fases de nascimento, auge e declínio em todas as civilizações.
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Omissão sistemática da fase de degeneração pela teoria evolucionista.
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A ciência antiga e as religiões situam a origem do homem e do universo no ato criador divino fora da duração temporal, reconhecendo que apenas o desenvolvimento civilizacional subsequente está sujeito às fases de crescimento e declínio.
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Transcendência da origem em relação à observação temporal.
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Raiz eterna da espiritualidade e dos fundadores religiosos.
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Aplicação do ciclo temporal apenas à civilização teocêntrica manifestada.
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O distanciamento extremo do Princípio na fase final do ciclo manifesta-se na perda da função mediadora do homem e na sua orientação centrífuga para a animalidade, visível na própria fisionomia dos contemporâneos.
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Homem visto apenas como cume do reino animal.
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Orientação para a fronteira com os estados inferiores.
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Degeneração física como evidência contra a evolução.
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A impossibilidade biológica de transmutação de espécies no plano físico não exclui a mudança de estado póstuma no samsara, onde a perda da centralidade humana pode levar ao renascimento em condições periféricas ou animais.
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Estabilidade das formas na vida terrestre.
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Possibilidade de “tornar-se macaco” em outro estado de existência.
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Reversibilidade de estados através da Roda da Existência universal.
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A doutrina do samsara, explícita nas tradições orientais e implícita no monoteísmo, torna-se novamente acessível para explicar a condição humana e a necessidade de transcendência aos que buscam estudo sério.
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Função da religião de dosar o conhecimento.
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Reabertura do acesso ao conhecimento hindu e budista no Ocidente.
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Necessidade de compreender a transmigração.
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A estrutura do samsara concede apenas à espécie central de cada estado a possibilidade de escapar da cadeia de existências através da porta estreita, exigindo do homem uma cooperação ativa sob pena de queda para estados periféricos.
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Série indefinida de mundos infradivinos.
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Privilégio exclusivo do ser central (homem).
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Consequências póstumas da infração às normas da centralidade.
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A restrição das religiões monoteístas à perspectiva de um único mundo justifica-se pela urgência da salvação imediata, mas a inteligência contemplativa requer a cosmologia completa do samsara para meditar sobre a Infinitude divina.
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Foco na evasão do mundo atual (“a cada dia basta sua pena”).
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Direitos da verdade total sobre a cosmologia reduzida.
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Necessidade de responder a questões abertas.
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A proliferação de questionamentos céticos sobre a justiça divina diante das desigualdades exige respostas que a perspectiva monoteísta comum deixa em suspenso, alimentando a incredulidade dos espíritos modernos.
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Mudança na atitude mental das massas (“espíritos emancipados”).
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Ataques à Justiça Divina baseados em fatos inexplicados.
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Perigo de deixar perguntas sem resposta.
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A desigualdade das condições espirituais e morais no nascimento explica-se logicamente pela herança de existências anteriores, onde a disposição centrífuga desenvolvida acarreta um posicionamento periférico na vida atual.
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Justificativa para o nascimento em ambientes desfavoráveis.
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Posição humana como resultado de mérito ou demérito prévio.
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Responsabilidade individual pela perda de “chances iguais”.
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A interpretação equivocada do samsara como reencarnação terrestre pode diluir a urgência da salvação, mas é menos nociva do que a crença moderna na inexistência total de vida após a morte.
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Perigo da ilusão de uma “nova chance” no mesmo mundo.
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Valor da doutrina para galvanizar a vontade (risco de nascer animal).
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Sombra do niilismo sobre a infância moderna.
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A doutrina da reencarnação mantém uma referência metafórica à verdade, enquanto o evolucionismo constitui uma paródia grosseira que achata a verticalidade espiritual e promete uma imortalidade ilusória na memória histórica.
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Caráter metafórico da reencarnação popular.
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Achatar do vertical no horizontal pelo progresso.
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Recompensa póstuma absurda dada a um cadáver (fama).
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O sistema educacional ocidental promove uma doutrinação sutil na pseudo-religião modernista que neutraliza a fé cristã, levando os estudantes a sacrificarem a sinceridade intelectual e a paralisarem o pensamento para evitar conflitos.
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Ensino do cristianismo com desculpas e timidez.
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Tratamento do Gênesis como mito (no sentido pejorativo).
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Violação do mandamento de amar a Deus com todo o entendimento.
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A tentativa desesperada de Teilhard de Chardin de conciliar religião e evolucionismo resulta em uma paralisia mental que bloqueia o raciocínio lógico e ignora as contradições flagrantes entre as duas perspectivas.
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Criação de canais secundários para ilusão de atividade mental.
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Recusa radical em fazer as perguntas óbvias.
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Sedução baseada na engenhosidade do auto-engano.
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A aceitação simultânea de Deus e da evolução levanta questões insolúveis sobre a natureza divina, como a razão de Deus ter permitido milênios de “erro” tradicional e Nostalgia do Paraíso apenas para revelar a “verdade” através de um leigo destruidor da fé.
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Contradição entre a pedagogia divina e a descoberta darwinista.
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Problema da confiabilidade das religiões anteriores.
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Natureza de um Deus que engana ou é incompetente.
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A invocação do mistério divino não basta para conciliar Deus e o evolucionismo, pois essa união forçada resulta na imagem blasfema de uma divindade incompetente e monstruosa.
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Insuficiência do argumento “vias insondáveis”.
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Teilhardismo como adoração de um monstro infrahumano.
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Exclusão recíproca entre Deus e evolução para a mente sã.
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A associação pedagógica fraudulenta entre a descoberta astronômica de Copérnico e a hipótese biológica de Darwin visa conferir certeza científica a uma mera conjectura para destruir o respeito pela Tradição.
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Falsa lógica na comparação entre fatos e hipóteses.
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Indução dos professores e alunos ao erro.
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Promoção do agnosticismo ou ateísmo na juventude.
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O ensino honesto deveria contrastar a hipótese evolucionista recente com a universalidade da doutrina tradicional dos quatro ciclos e com as evidências linguísticas de que as línguas antigas eram superiores e mais complexas.
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Necessidade de ensinar “toda a verdade”.
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Consenso antigo sobre a regressão (Idades de Ouro, Prata, etc.).
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Degradação histórica da complexidade linguística e conceitual.
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A cosmologia tradicional inverte a perspectiva moderna ao afirmar que o inferior procede do superior, onde o mundo corpóreo é a projeção final de uma hierarquia que se origina na Realidade divina e no Espírito.
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Realidade suprema como Verdade Absoluta e Criadora.
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Hadith do “Tesouro Oculto”.
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Desdobramento dos mundos espiritual, psíquico e corpóreo.
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O simbolismo sagrado fundamenta-se na natureza hierárquica da realidade, onde os fenômenos terrestres atuam como suportes de reminiscência por serem projeções diretas e transparentes dos arquétipos superiores.
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Raiz do símbolo na realidade que o projeta.
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Distinção entre reflexos opacos e símbolos translúcidos.
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Poder do símbolo de evocar a verdade transcendente.
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A observação da natureza à luz do simbolismo, como no exemplo da aranha e sua teia, revela a estrutura concêntrica da criação e permite a reconciliação metafísica entre o geocentrismo e o heliocentrismo.
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Hierarquias naturais (metais, pedras, insetos) como índices de valor.
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Simbolismo da aranha como centro e onipresença.
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Complementaridade entre o Sol (centro) e a órbita da Terra (inclusão).
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A rejeição moderna dos múltiplos graus de existência esvazia de sentido o vocabulário filosófico tradicional, tornando ininteligíveis conceitos fundamentais como intelecto, metafísica e sabedoria.
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Incompreensão da arte sacra e do pensamento antigo.
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Limitação do significado das palavras ao nível psíquico.
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Perda da referência à sabedoria supra-humana.
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A restauração da ciência dos símbolos invalida a exegese racionalista e revela a profundidade metafísica das narrativas do Gênesis, como a divisão das águas e o simbolismo numérico da criação do homem no sexto dia.
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Interpretação cosmológica do “partir das águas”.
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Significado do número 6 (quaternário terrestre + centro + transcendência).
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Ameaça da verdade tradicional à hipótese darwinista.
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A forma humana constitui o cume da criação terrestre e a única porta de saída do samsara, distinguindo-se dos animais pela posse do Intelecto e pela capacidade de manifestar a síntese do Criador.
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Homem como porta aberta para a Iluminação (Bodhi).
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Animal como porta fechada em sua própria perfeição.
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Exclusividade humana da razão, linguagem e forma vertical.
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A perspectiva evolucionista carece de qualquer noção de normalidade intrínseca, reduzindo a beleza e a forma humana a flutuações temporais arbitrárias contrárias ao instinto estético natural.
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Norma vista como questão de opinião ou época.
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Reconhecimento instintivo da beleza absoluta.
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Contraste com a degeneração visível da espécie.
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A obra de Frithjof Schuon contrapõe-se à hipótese materialista ao demonstrar que a consciência do “eu” e a inteligência transcendente constituem evidências irrefutáveis da primazia do espírito sobre a matéria.
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Pertinência do título “Do Divino ao Humano”.
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Forças interiores superiores ao mundo externo.
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Mistério da consciência e capacidade de captar verdades infinitas.
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A naturalidade da ideia de Deus e do fenômeno religioso na consciência humana constitui uma prova ontológica de sua realidade objetiva, análoga à existência das asas que comprovam a existência do ar.
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Adequação da inteligência ao real.
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Argumento da finalidade dos órgãos e faculdades.
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Argumentos de senso comum para convencer os não-metafísicos.
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As explicações psicologistas da religião baseadas no medo ou no sonho implicam a suposição absurda de que a humanidade foi universalmente estúpida durante milênios e tornou-se subitamente lúcida em meio à decadência moral.
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Inconsistência das teorias sobre a origem “infantil” da fé.
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Contradição entre a inteligência antiga e a “estupidez” religiosa suposta.
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Miopia filosófica da “lucidez” moderna.
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A Igreja pós-conciliar, exemplificada pelos discursos humanistas e progressistas de Paulo VI, abandonou a luta contra o evolucionismo e optou por adaptar-se ao espírito moderno de culto ao homem e à novidade.
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Omissão no uso de refutações científicas da evolução.
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Elogio da técnica, audácia e conquista humana.
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Rejeição do conservadorismo em favor do dinâmico e improvisado.
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A nova orientação eclesiástica define-se pela aceitação incondicional do mundo moderno, substituindo o rigor tradicional por um otimismo humanista que professa abertamente o culto do Homem.
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Abandono da síntese medieval e do pessimismo sobre a natureza humana.
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Adoção de um “novo humanismo” pela Igreja.
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Vontade de servir o mundo e ser “amável”.
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A adesão das autoridades religiosas à ideologia do progresso e a dissolução da última resistência institucional contra a pseudo-religião moderna sinalizam o cumprimento das profecias sobre o fim do ciclo.
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Colaboração da Igreja na construção do “mundo novo”.
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Manutenção das inovações por João Paulo II.
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Passagem da condenação à cumplicidade.
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