====== TRANSFORMISMO ====== * O apêndice foi adicionado à segunda edição para fornecer informações mais detalhadas sobre o livro //The Transformist Illusion//, de Douglas Dewar, que examina o evolucionismo sob vários ângulos, sempre distinguindo claramente os fatos das teorias, uma delimitação que os evolucionistas procuram obscurecer. * O capítulo sobre os pretensos elos fósseis entre o homem e seus ancestrais não humanos mostra a existência de fósseis de homens de tipo moderno muito mais antigos que o "homem de Pequim". * As evidências geológicas são hostis à teoria da evolução e favoráveis à doutrina da criação súbita, pois o surgimento abrupto de novas classes e ordens de animais nos registros fósseis é uma característica marcante da geologia. * Alguns evolucionistas, para evitar a necessidade de um criador divino, propõem teorias de "evolução explosiva" ou "aramorfose", que dispensam a existência de elos perdidos ao dotar a natureza de poderes de criação súbita, como no caso do primeiro pássaro nascido de um ovo de réptil. * Os escritos dos defensores da evolução gradual exploram a ignorância do leigo, utilizando exemplos enganosos, como a observação de Darwin sobre o poder preênsil do pé em alguns selvagens, que ignora a diferença orgânica fundamental entre o pé humano, projetado para a postura ereta, e o pé do macaco, organicamente preênsil. * O pé humano possui um ligamento transversal que liga os cinco dedos, ao contrário do pé do macaco, que tem o dedo grande livre como um polegar. * A pergunta retórica sobre a possibilidade de esse ligamento, em milhões de anos, ter laçado o dedo grande e ligado aos outros expõe o absurdo da ideia de uma transformação gradual. * A terminologia técnica é usada para abusar do leigo, permitindo que cientistas exponham ideias absurdas impunemente, como no caso do Dr. Broom, que descreve a transformação de répteis em mamíferos com uma série de mudanças anatômicas improv6aveis e sem explicação para como os animais sobreviveriam durante o processo. * A descrição de Broom, traduzida em linguagem clara, revela a implausibilidade da transformação, com ossos da mandíbula se deslocando para o ouvido e novos órgãos se desenvolvendo sem que se saiba como o animal se alimentava ou ouvia durante a reestruturação. * Dewar observa que a teoria da evolução, longe de eliminar o miraculoso, pressupõe mais milagres do que a teoria da criação especial. * A ignorância generalizada sobre os fatos expostos em //The Transformist Illusion// permite a proliferação de livros, escritos por não-cientistas e até por dignitários religiosos de fé vacilante, que tratam a evolução como uma verdade indiscutível, reinterpretando a religião à luz da "ciência moderna" e causando um dano imenso. * Esses livros, destinados a adultos e crianças, disseminam a ideia da evolução como algo natural e fora de questão. * Considerando a questão de um ângulo diferente, mais alinhado com o espírito do livro, é fundamental lembrar que a via espiritual escapa às fases do tempo por ser um movimento ascendente "vertical" em direção ao supra-temporal, um conceito que a ciência moderna desconhece e não admite. * A ideia de uma ascensão gradual sem retorno, própria do evolucionismo, é um empréstimo indevido e ingênuo da religião, transposto do supra-temporal para o temporal. * Todo processo de desenvolvimento conhecido pela ciência moderna, como as fases da lua ou as civilizações, é cíclico, com fases de crescimento e declínio, mas os evolucionistas, por seu viés sectário e pseudorreligioso, nunca consideram a possibilidade de a humanidade já estar na fase descendente de involução. * A antiga ciência natural, ao contrário da moderna, não pretendia estudar tudo dentro dos limites do tempo e podia admitir ser transcendida pelas origens divinas das coisas terrestres, olhando para o ato criador que coloca o homem em um cume de onde a evolução, como progresso terreno, é inconcebível.