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A interpretação de que o despertar de Shankara realizou-se em regime de Clemência, permitindo um “retorno ao cosmos” ou “realização descendente”.
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A descrição do comportamento do “Muni”, o sábio, que, mesmo após a realização, interage com o mundo sem ilusão, pois “tamas, graças à iniciação de seu guru, foi abolido”.
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A conclusão de que o conhecimento de Shankara, embora expresso em termos de Identidade Suprema e acosmismo, é “pregnante” de uma sabedoria que exclui ambos.
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A afirmação de que Shankara realizou a identidade existencial, mas a alteridade essencial permaneceu.
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A justificativa para a existência do mundo, apesar de sua negação pela identidade existencial, encontrada na Revelação Cristã, da qual Shankara beneficia-se sem a conhecer explicitamente.
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A articulação de que o mundo e o “eu” são, em si mesmos, ilusórios, mas a verdadeira conhecimento restitui-lhes a existência na medida em que a recebem de Deus, revelado como Père na Trindade.