Ialdabaoth multiplica artifícios para impedir a libertação do Espírito, enquanto o drama da autognose se desenvolve através da criação da Mulher, da ação da serpente inspirada pela Mãe e do conhecimento obtido por Adão e Eva ao comerem da Árvore, afirmando sua condição pneumática e realizando a autognose do Si-Mesmo.
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Noûs fragmentado como centelha divina em vicissitude.
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Dualismo gnóstico entre materialidade e Si-Mesmo.
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Mulher criada e violada pelos arcontes.
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Inspiração da serpente e acesso à gnose superior.
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Expulsão do paraíso e maldições como laços ineficazes.
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Seth, Norea e Noé como linhagem superior frente a Abraão, Moisés e os profetas.
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Emergência de João Batista e Jesus como tipificação do Salvador gnóstico.
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Docetismo como coerência interna da doutrina.
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Jesus histórico como símbolo do auto-sacrifício e da manifestação do Si-Mesmo.
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Sacrifício do Uno no múltiplo e reintegração na Unidade primigênia.
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Conspiração das potências contra Jesus atingindo apenas o corpo.
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Ressurreição como renascimento e desocultação do homem gnóstico.
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Referência a Lc. 24,34 e I Cor. 15,50 quanto ao corpo cósmico.
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Menção à discussão textual em SIMONETTI, M., Testi Gnostici.