INTRODUÇÃO: “A CARIDADE É A PORTA DA GNOSE”
XX — AMOR E GNOSE “IN DIVINIS”
Introdução
Não se trata, evidentemente, de retomar agora tudo o que expusemos sobre a caridade divina, mas de compreender, da forma mais precisa possível, o caminho do amor em seu Princípio metafísico. Em outras palavras, trata-se de mostrar que também em Deus, e antes de tudo em Deus, o amor é a porta da gnose. Supomos, portanto, como adquirido tudo o que foi estabelecido anteriormente, mas o esclarecemos novamente e tiramos uma conclusão que talvez ainda não tivéssemos percebido. No entanto, e por se tratar do princípio do caminho espiritual, precisamos primeiro tratar do que serve de fundamento para o caminho da caridade triunfalista e que justifica todos os seus erros.
Seção I Deus é amor, mas todo amor não é Deus
Seção II As Trevas mais que luminosas
XXI — AMOR E GNOSE NO MEDIADOR CRUCIFICADO
INTRODUÇÃO
Seção I A justiça original é verdade
XXII — AMOR E GNOSE NO INTELECTO PNEUMATIZADO
INTRODUÇÃO: NOTAS HISTÓRICAS
Seção I Amor e gnose em São Paulo
Seção II Amor e gnose em São Clemente de Alexandria
Seção III Amor e gnose em Santo Evagrio o Pôntico
XXIII — A CARIDADE DEIFICANTE
Introdução
Fica claro, a partir de nossas análises, que o fim da caridade é a deificação. Sendo o elo da perfeição, é ela que nos liga à Perfeição suprema, conformando-nos a ela. É ela que nos torna filhos de Deus, “outros Cristos”. Considerada do ponto de vista da ação divina, ela é, portanto, obra do Espírito Santo, cuja operação específica é nos deificar. É esse ponto que vamos desenvolver um pouco para concluir.
Seção I Fundamentos teológicos da deificação
Seção II Caridade fraternal e deificação ou o mistério da Visitação
Seção III Deificação e espiração de amor