Tal explicação aproxima-se parcialmente da verdade ao reconhecer motivo espiritual inconsciente, mas erra ao equipará-lo ao caos do inconsciente coletivo, pois a fonte da alquimia não brota de regiões inferiores da psique, mas de um plano acima do conhecimento racional.
-
O motivo espiritual pode estar velado.
-
O ocultamento não implica inferioridade psíquica.
-
O manancial situa-se no mesmo terreno que o espírito.
-
A tese psicológica colapsa ao se constatar que os verdadeiros alquimistas não eram movidos por delírio aurífero, mas seguiam método lógico cuja alegoria metalúrgica, longe de absurda, exprime simbolismo profundo e racional.
-
O método não é sonambulico nem fruto de projeções passivas.
-
A alegoria da transmutação metálica possui coerência interna.
-
A profundidade simbólica excede a interpretação literal.