Diversos versículos corânicos fundamentam técnica e doutrinalmente a invocação dos Nomes divinos, destacando humildade, segredo, temor e desejo, a beleza dos Nomes e o repouso dos corações na lmebrança de Deus, bem como a transposição esotérica do combate externo para a guerra maior contra a nafs al-ammâra.
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“Lembrai-vos de Mim e Eu Me lembrarei de vós” (II, 152).
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A invocação com humildade e em segredo associa-se aos muhsinîn e ao ihsân.
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“Os mais belos Nomes são de Deus; chamai-O por eles” (V, 180).
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A tropa inimiga figura a alma incitadora ao mal.
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O repouso do coração é ligado à lembrança de Deus (XIII, 28).
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A invocação pode dirigir-se a Allâh ou Al-Rahmân (XVII, 110).
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A invocação frequente é ordenada aos crentes (XXXIII, 41).
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A pureza do coração e o chamado a Deus são enfatizados (XL, 14; XL, 60).
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A humilhação do coração à lembrança é exigida (LVII, 16).
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A consagração ao Nome do Senhor é prescrita (LXXIII, 8).
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Purificação, invocação e oração são associadas (LXXXVII, 14-15).