Não podem ajudar aqueles que, nas palavras de
Platão, “pensam que nada é, exceto o que podem agarrar firmemente com suas mãos”; o europeu, por seu próprio benefício e pelo de todos os homens num mundo futuro, não só deve deixar de prejudicar e explorar os demais povos, mas também abandonar sua querida e autoaduladora crença de que pode fazê-los algum bem de outro modo que sendo bom ele mesmo.