Deus é definido como essência sem dualidade (advaita), ou como realidade sem dualidade mas dotada de relações (viśiṣṭādvaita), cuja essência subsiste em natureza dupla enquanto ser e devir.
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A essência divina é apreendida como ser (asti).
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A natureza dupla manifesta-se como ser e como tornar-se.
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A Intereidade (kṛtsnam, pūrṇam, bhūman) reúne pares complementares: explícito e não explícito, sonante e silente.
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Outras polaridades incluem saguṇa e nirguṇa, temporal e eterno, manifestado e não-manifestado.
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O conhecimento do aspecto imanente (apara) implica conhecimento do aspecto transcendente (para).
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A Pessoa no coração, que come e bebe, é também a Pessoa no Sol.
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O Sol é apresentado como Luz das luzes e como o Ātman universal de todas as coisas.
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A presença divina é simultaneamente interior e exterior, indivisa nas coisas divididas.
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Deus não provém de lugar algum nem se torna alguém, mas assume todas as modalidades possíveis de existência.