No apêndice, apresentam-se versões de passagens das Upanixades, como exemplo de tradução que pretende ser literal e literária, inteligível a qualquer leitor familiarizado com o Antigo Testamento.
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A tradução de Brihadaranyaka Upanixade I.2.1-2 rastreia o Gênese desde o Brahman nirguna, ainda não determinado como o Uno.
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A tradução de Brihadaranyaka Upanixade I.4.17 rastreia o Gênese desde o Brahman saguna, já como o Uno Autodeterminado.
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A tradução de Pancavimsa Brahmana VII.8.1 descreve a criação em termos próximos ao Gênese hebreu.
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As palavras sânscritas são por vezes traduzidas por mais de uma palavra, indicado por um hífen.
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As maiúsculas denotam o universal, as minúsculas o geral e o particular.
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Palavras sânscritas são colocadas entre parênteses, com notas em justificação das traduções, mas a tradução pretende ser inteiramente inteligível ao leitor sem sânscrito.
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A tradução de Brihadaranyaka Upanixade I.2.1-2 descreve a Morte (Privação) no início, que assume o intelecto para ser dotada de Si mesmo, emite luz, das quais nascem as Águas, e cuja espuma se solidifica em Terra, onde o esforço e intenção dEle fazem brotar o Fogo.
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A nota de rodapé 30 define “Sin-vide-idade” como falta de uma forma intrínseca, citando Santo Tomás.
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A nota de rodapé 32 esclarece que a Luz torna visíveis as Possibilidades do Ser.
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A nota de rodapé 33 compara o “iti” ao alemão “also”.
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A nota de rodapé 34 identifica a “Palavra interior” como o conhecimento de Si mesmo.
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A tradução de Brihadaranyaka Upanixade I.4.17 descreve o Si mesmo Uno que deseja um nascimento-como-esposa de si mesmo para engendrar e obras para fazer, sendo Sua vontade a medida de tudo.
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A Intereidade do Si mesmo é tal que Seu Intelecto é Ele mesmo, Sua Palavra é Seu nascimento-como-esposa, Seu Espírito é Seu Engendrado, Seu Olho é Seu Aparato Racional, Seu Ouvido é Seu Aparato Angélico, e Suas Obras são Ele mesmo.
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O Sacrifício, o animal oferecido, a Pessoa e tudo o mais são quíntuplos, e o que conhece Isto ganha Tudo.
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A nota de rodapé 35 explica que, do ponto de vista védico, todas as obras feitas com conhecimento são rituais ou sacrificiais.
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A nota de rodapé 36 diferencia Kama como Vontade e como Desejo, esclarecendo a confusão budista sobre o tema.
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A nota de rodapé 37 identifica “Intereidade” com o “Pleroma” gnóstico.
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A nota de rodapé 38 distingue o Ojo e o Ouvido como símbolos dos mundos sensível e inteligível, respectivamente.
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A nota de rodapé 39 explica “quíntuplo” em referência aos cinco espíritos vitais e cinco elementos, e critica traduções de termos-chave.
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A tradução de Pancavimsa Brahmana VII.8.1 descreve a sazão das Águas, o movimento do Vento-do-Espírito sobre suas costas, o surgir de uma Bella-Cosa, e o canto Bello-Angélico proclamado por Mitra-Varuna.
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A nota de rodapé 40 explica as Águas como possibilidades do ser, a potencialidade, e a necessidade do modo de expressão cronológico no Gênese.
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A nota de rodapé 41 detalha a “costa” das Águas como um plano de ser (loka) e a analogia da terra como espuma condensada ou folha de lótus.
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A nota de rodapé 42 identifica a “Bella-Cosa” com a Pintura do Mundo.
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A nota de rodapé 43 explica os “Anjos” como a Trindade do Fogo, Sol Supernal e Espírito, ou como anjos naturais ou engendrados, e sua participação no drama primordial.