A tradução de Maitri Upanixade VI.1-4, VI.35 e VII.11 identifica a Persona de Ouro dentro do Sol com o que mora no Loto do Coração, consumindo alimento.
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O Loto do Coração é o mesmo que o Espaço, com suas pétalas representando as direções e interdireções.
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Os gêmeos, o Espírito e o Sol Supernal, vão um em direção ao outro e devem ser louvados com a Palavra-Imperecedera (OM), com as pronunciações e com a Energia-Ígnea de Savitr.
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Há duas formas do Brahman: uma com imagem (não-essencial) e outra sem imagem (essencial, verdadeiro Brahman, Luz), que é a luz do Sol Supernal, o “Filho do Infinito”.
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O Brahman deveto com o OM como seu Si mesmo, assumindo uma trindade; com os três pés do OM, a totalidade do mundo é tecida n'Ele.
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O Canto (Saman) é a Runa (Om) e vice-versa; isso é o Sol Supernal, o Indutor, a Luz-porta-imagem, de três pés, três Silabas, conhecido como quíntuplo e murmurado na caverna do coração.
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O triple Brahman, cuja raiz está acima e cujas ramas são os elementos, é a Única Higuera; nele é inerente a Energia-Ígnea, o Sol Supernal, o “Hijo de lo Infinito”, que é também o OM.
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A forma intrínseca do Firmamento na vacuidade do homem interior é a Energia-Ígnea suprema, a Trindade do Fogo, do Sol Supernal e do Espírito, e é a Palavra-Imperecedera, o OM.
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Pelo OM, a Energia-Ígnea brota, ascende e se pronuncia, sendo uma base sempiterna para a visão do Brahman.
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Na espiração, a Energia-Ígnea tem seu Sitio no calor-oscuro que emana a luz, procedendo para cima como o fumo, à maneira da abertura de um enramado no Firmamento, onipenetrante como visão-contemplativa.
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A pessoa no Sol Supernal é o próprio si mesmo.