O equivalente helénico da via nórdico-solar e do deva-yâna indo-ariano assume forma ocidental como via de Zeus que parte da fortaleza de Cronos na ilha dos Heróis até o Olimpo, incluindo identificações da ilha de Radamante com a Nekya, a viagem de Ulisses ao Ocidente e o mito de Calipso, filha de Atlas, rainha de Ogígia, pólo ou Omphalos do mar, paralelo a tradições celtas e irlandesas do Eliseu insular.
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A via de Zeus corresponde ao deva-yâna dos indo-arianos.
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A ilha dos Heróis situa-se no mar longínquo.
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Radamante reina em ilha por vezes identificada com a Nekya.
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Ulisses dirige-se ao Ocidente para alcançar o outro mundo.
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Calipso, filha de Atlas, governa Ogígia como pólo ou Omphalos.
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Tradições celtas e irlandesas associam mulher e Eliseu a ilha ocidental.
Segundo a tradição caldaica, o jardim divino situado no Ocidente além das águas profundas da morte é governado por Atrachasis-Shamashnapishtin, herói sobrevivente ao dilúvio e possuidor da imortalidade, jardim alcançado por Gilgamesh seguindo o rumo ocidental do Sol e relacionado com Sabitu, «a virgem sentada no trono dos mares».
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O jardim localiza-se além das águas profundas da morte.
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Atrachasis-Shamashnapishtin conserva a imortalidade por ter escapado ao dilúvio.
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Gilgamesh dirige-se ao Ocidente para obter o dom da vida.
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Sabitu figura como virgem sentada no trono dos mares.