Os sete chakras são enumerados como muladhara, svadhishthana, manipura, anahata, vishuddha, ajna e sahasrara, sendo os cinco primeiros ligados aos cinco grandes elementos, o ajna ligado ao órgão interno e às potências intelectuais até buddhi, e o sahasrara ligado à unidade suprema e ao cume de Kailasa, morada de Shiva.
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Cinco primeiros chakras correspondendo a terra, água, fogo, ar e éter.
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Ajna correspondendo ao “órgão interno” e ao intelecto individuante até buddhi.
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Tattvas superiores situados entre ajna e sahasrara.
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Sahasrara no topo da cabeça como unidade suprema e pico do Monte Kailasa.
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Shiva designado como Senhor da Montanha no imaginário mítico.
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Os chakras são figurados como lótus ao longo da coluna e de sua extensão, com número específico de pétalas associado a letras causais (matrika) e forças invisíveis da natura naturans, manifestadas como forças formadoras e correntes prânicas irradiantes, cuja multiplicidade de correntes explica o número de pétalas e sugere analogia com plexos do organismo.
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Pétalas como correspondência de letras causais e forças invisíveis.
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Forças da natura naturans como moldadoras e irradiantes no corpo sutil.
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Número de pétalas como número de correntes emanadas.
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Analogia possível com plexos corporais como imagem aproximativa.
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A cada chakra associa-se ainda um mantra em relação com a potência dominante do centro, podendo ser empregado no processo de despertar.