A referência à “filosofia da existência” (Existenzialphilosophie) e a sua relação com a presente doutrina
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A nota do autor sobre a adição destas considerações na segunda edição e a sua anterior desconexão desta filosofia
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A aproximação do conceito de “existência” ao dado elementar da consciência empírica
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A conceituação da existência humana como a unidade e a implicação da relação a si e da relação a outro
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A sua dupla qualidade de presença física individual no mundo e presença metafísica do ser no Eu
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A formulação em Søren Kierkegaard como o encontro irracional e real de dois mundos que se excluem e implicam
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A conceituação do relacionamento “existencial” como a dúvida de si implicando a dúvida do ser, e vice-versa
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A expressão por Gabriel Marcel do ato e presença de um sendo também o ato e presença do outro
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O relevo dado ao princípio da implicação do positivo no negativo
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A indicação por Karl Jaspers da situação dialética em que o próprio insucesso fala da possessão
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A formulação do princípio do estar já presente na pesquisa aquilo que é procurado
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A referência ao dito místico: “Não me procurarias se não me tivesses já em ti”
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O uso por Jean-Paul
Sartre da noção de funcionalidade e “utilidade” para potenciar uma visão análoga
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A reprodução e reforço das ideias da seção anterior pela filosofia existencialista
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A divergência relevante devido à atitude de não centralidade prevalecente no existencialismo
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A recepção, existencialisticamente, do transcendente, do positivo e do incondicionado como o outro em relação ao Eu
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A afirmação por Karl Jaspers de um estado de “infinita dependência” face à transcendência
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O prejuízo da coexistência de duas direções, duas possibilidades, dois atitudes
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A interrogação sobre a possibilidade de considerar o outro de mim como sendo antes tudo o que é finito
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A conceituação da situação de paradoxo como instável, de transição, postulando uma escolha
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A impossibilidade da sua hipostasia em uma estrutura ontológica definitiva
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A demonstração pela diferenciação da corrente existencialista em um ramo transcendentalista e outro imanentista
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A aparência de ambos os ramos como perspectivas parciais face à teoria do Indivíduo absoluto