A exploração de Cristóvão Colombo pode ter relação com ideias sobre uma terra transatlântica que abrigaria “profecias nunca mortas”, segundo lendas medievais, e o conceito do talassocrata, “senhor dos mares”, liga-se ao de legislador em sentido elevado, como no mito de Minos, enquanto figuras como Narâyâna, Moisés, Rômulo e Cristo, associadas a estar, andar ou ser salvo das águas, apontam para a mesma simbologia, cujo desenvolvimento mais amplo fica para outra ocasião.
-
O feito de Cristóvão Colombo pode estar relacionado a ideias medievais sobre uma terra transatlântica com “profetas nunca mortos” num “Eliseu”.
-
O conceito de talassocrata (“senhor dos mares”) está ligado ao de legislador em sentido elevado, como no mito de Minos.
-
Figuras como Narâyâna, Moisés, Rômulo e Cristo, associadas a estar, andar ou ser salvo das águas, contêm a mesma simbologia.
-
O desenvolvimento mais aprofundado desses temas é postergado para outra ocasião.
-
A máxima “Viver não é preciso; navegar é preciso” permanece plenamente sentida e oferece um dos melhores desdobramentos para o épico da ação, tendo sido retomada por Mussolini como um convite a amar a mar e sentir sua embriaguez, ecoando as antigas significações da navegação como algo superior ao viver, como atitude heroica e caminho para formas superiores de existência, capaz de conferir à aventura marítima uma perspectiva metafísica de transfiguração.
-
A máxima antiga “Viver não é necessário; navegar é necessário” ainda ressoa atualmente.
-
Mussolini retomou a fórmula, conclamando a amar o mar e sentir sua embriaguez.
-
A navegação é apresentada como algo superior ao viver, uma atitude heroica e um caminho para formas superiores de existência.
-
A vivência épica da aventura marítima, com sua perspectiva metafísica, pode ressuscitar o sentido das antigas tradições da navegação como via para algo que transcende o meramente humano.