Varrão, assimilando os lares aos manes, os chama de espíritos divinos e heróis; Censorino e Plutarco falam de uma dualidade, de um duplo gênio, um luminoso e outro obscuro; em tradições que chegam até
Plotino, o lar é concebido como a alma dos que, libertados pela morte, tornam-se espíritos eternos.