Organizações secretas posteriores, como os Fiéis de Amor e os Rosa-cruzes, preservaram os símbolos do Graal e o mito do Imperador restaurador.
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O mito rosa-cruz mantém a esperança na ressurreição do rei e na destruição da usurpação sob o signo da cruz vermelha.
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A fraternidade invisível continua a representar a unidade de intenção transcendente contra a decadência do mundo moderno.
O recuo final dos Rosa-cruzes para as Índias simboliza o retorno do Graal ao centro primordial inacessível diante do avanço do racionalismo ocidental.
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As Índias representam o reino do Preste João e a proximidade com o Paraíso, longe das nações pecadoras.
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Parsifal assume a função de Preste João, consolidando a transferência da custódia espiritual para o domínio oculto.
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O centro supremo Shambala permanece, em última instância, como uma realidade realizável no coração do asceta.