A doutrina mística da vitória, tal como a conheceu a romanidade, aparece como o cume luminoso de toda a tradição da espiritualidade heroica ariana, que ainda hoje fala e impõe uma alternativa: fidelidade ou traição.
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Torna-se necessário superar tanto uma espiritualidade exaurida e exsangue, feita de sentimentalismo e devoção conformista ou de especulações abstratas, quanto todas as formas materialistas da ação.
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Para certos povos de raça branca que persistem em se embriagar dos ideais de uma civilização materialista, mecânica e animalizada em seu positivismo, queimando incenso diante do boxeador, do cowboy e do soldado que combate, hipocritamente, pela paz democrática dos povos, não há interesse nem responsabilidade a assumir.
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A tarefa é a superação definitiva de todas as ideologias corruptoras que envenenaram o após-guerra e tentaram destruir a parte mais nobre da Europa.
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A guerra não é uma inutilidade sangrenta nem uma triste necessidade, mas a via para realizar uma forma mais alta de vida, para experimentar a missão divina de uma raça e para evocar as forças misteriosas da raça e do sangue, mais profundas que a simples realidade biológica.
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O espírito da tradição sacral da ação, ainda vivo para os que resistem, deve renascer como ideal de uma força que seja também a do espírito, de uma luta que seja também uma ascese, de uma vitória que seja também uma transfiguração e realização da raça eterna.
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É a tradição ariana antiga que oferece a fórmula mais sugestiva: a vida tensionada como um arco; a alma, como uma flecha; o espírito supremo como alvo a atingir; entrar-se nele como a flecha disparada se planta no alvo.