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Em contraste, o exemplo no sufismo de um discípulo que, em um estado espiritual, viu seu shaykh destruí-lo e reconstruí-lo para uma “regeneração psíquica” instantânea.
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“o exemplo, na tradicao do sufismo, daquele discipulo que, segundo M. Chodkiewicz, foi apoderado de um estado espiritual (hal) «durante o qual ele viu seu shaykh destrui-lo a golpes de picareta depois reconstrui-lo »”.
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Essa obra, perceptível por uma imagem projetada no Coração do discípulo, deve-se à ação de uma força purificadora.
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“Essa obra, tornada perceptivel ao meio de uma imagem projetada no Coracao do discipulo por seu mestre, e devida a acao de uma força agente purificadora”.
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Tal emprego iniciático da faculdade imaginativa é concebível apenas por referência a uma antropologia sagrada e a uma “mística cosmológica” que situa um mundo intermediário sutil entre o domínio corporal e o mundo das realidades espirituais.
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“Um tal emprego iniciatico da faculdade imaginativa nao e porem concebivel senao por referencia a uma antropologia sagrada e a uma «mística cosmologica» que situa esse mundo intermediario subtil (psiquico) entre o dominio corporal e o mundo das realidades espirituais”.
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O mestre atualiza a metamorfose por meio de seu poder espiritual informal.
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“E de fato ao meio de sua so potencia espiritual, informal por essencia, que o mestre chega a atualizar uma semelhante metamorfose de seu jovem aluno”.
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O papel exclusivamente mediador da Imaginação visionária é precisado.
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“Nessa perspectiva, convem portanto precisar o papel exclusivamente mediador da Imaginacao visionaria”.
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A psicanálise, devido à sua rejeição do termo espiritual, faz da imaginação um “espaço” repliado sobre si mesmo e da imagem um elemento dinamizante, desprovido de portada anagógica.
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“A psicanalise, sendo dado seu recusamento — fundamental- do terceiro termo (espiritual), faz da imaginacao um «espaco» repliado sobre ele mesmo e da imagem um elemento dinamizante, desprovido de portada anagogica”.