A investigação conduzida pelo Dr. Richard Hodgson, delegado pela Sociedade de Pesquisas Psíquicas de Londres, resultou em um relatório devastador que classificou Blavatsky como uma das maiores impostoras da história.
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O inquérito em Adyar, realizado entre 1884 e 1885, detalhou os truques empregados para sustentar a aparência de milagres.
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A Sociedade de Pesquisas Psíquicas declarou Blavatsky culpada de conluio sistemático para produzir prodígios artificiais.
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A repercussão do relatório Hodgson causou demissões em massa em Londres e a ruína quase completa da seção de Paris.
Perícias gráficas confirmaram a autenticidade das cartas trocadas entre Blavatsky e os Coulomb, invalidando as negativas da fundadora e confirmando a fabricação humana das mensagens dos Mahatmas.
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C. C. Massey constatou que as cartas precipitadas em sua própria residência eram inseridas fisicamente por uma empregada doméstica a serviço de Blavatsky.
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O afastamento repentino de Damodar K. Mavalankar para o Tibete ocorreu simultaneamente à partida de Blavatsky da Índia para evitar depoimentos judiciais.
As tensões internas na Sociedade eram marcadas por mútuas acusações de traição e cinismo, exemplificadas pela hostilidade entre Blavatsky e o Dr. Franz Hartmann.
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Blavatsky acusou Hartmann de fornecer armas a Hodgson e de tentar dominá-la para escrever a Doutrina Secreta em seu lugar.
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Hartmann respondeu às ofensas com a publicação de uma sátira mordaz intitulada A Imagem Falante de Urur, ridicularizando os fundadores do movimento.
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A fundadora lamentava a produção de fenômenos, classificando-os como o karma negativo que arruinou sua reputação e a da Teosofia na Europa.
A despeito do fim das exibições públicas de prodígios físicos, o teosofismo manteve o desenvolvimento de poderes psíquicos latentes como objetivo central de sua seção esotérica.
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O aprofundamento das leis inexplicadas da natureza e da clarividência permanece como a meta da Escola Teosófica Oriental.
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A literatura de C. W. Leadbeater foca extensivamente em entidades astrais e manifestações de adeptos, atraindo seguidores pela promessa de acesso a mundos invisíveis.
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A organização esotérica foi nominalmente separada da Sociedade apenas para dissimular sua existência da fiscalização pública, mantendo-se sob a mesma direção absoluta.
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A supressão de sinais de reconhecimento maçônicos foi uma medida cosmética sem impacto na estrutura secreta real do grupo.