A necessidade de simplificação excessiva, típica da mentalidade simplista moderna, acompanha e reforça a tendência de reduzir tudo ao quantitativo, visto que a quantidade é o elemento mais simples da manifestação.
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A despojação das qualidades de um ser produz um resíduo de máxima simplicidade que, no limite, corresponde às unidades numéricas idênticas da multiplicidade pura.
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O desprezo pela complexidade qualitativa é o que permite à ciência moderna aplicar uniformemente o mesmo método a objetos de naturezas absolutamente distintas, como a matéria bruta e o ser humano.
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Essa simplificação sistemática é um dos caracteres mais marcantes da degeneração intelectual que conduz ao reino da quantidade.