O simbolismo do Paraíso terrestre e da Jerusalém celeste evidencia as duas extremidades do ciclo atual, com forma circular no começo e quadrada no fim, indicando transformação de um mesmo princípio central e fixação final das possibilidades do ciclo.
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O Paraíso terrestre do começo do ciclo é circular.
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A Jerusalém celeste do fim do ciclo é quadrada.
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O círculo do Paraíso terrestre é seção horizontal do Ovo do Mundo.
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O círculo pode ser considerado como tornando-se um quadrado no termo do ciclo.
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A presença do mesmo Árvore da Vida no centro indica dois estados de uma mesma realidade.
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O quadrado figura a conclusão das possibilidades antes em germe no círculo.
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O resultado final pode ser representado como cristalização, ligada ao cubo.
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O início é jardim com simbolismo vegetal e elaboração vital dos germes.
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O fim é cidade com simbolismo mineral e fixação estabilizada.
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As pedras preciosas indicam mineral transformado e sublimado na Jerusalém celeste.
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A fixação é definitiva apenas em relação ao ciclo atual.
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Após o ponto de parada, a Jerusalém celeste torna-se o Paraíso terrestre do ciclo futuro.
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O começo do novo ciclo e o fim do anterior são um único momento visto de lados opostos.