O Pardes, centro do mundo, é simultaneamente região suprema e região longínqua, conforme os dois pontos de vista.
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Paradêsha designa região suprema.
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Torna-se região distante pela inacessibilidade progressiva.
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Situa-se na “fim do mundo” espacial e temporal.
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Permanece sempre no centro real de todas as coisas.
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Inversão entre ponto de vista exterior e interior.
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Realização da proximidade exige supressão da condição temporal.
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Tempo não pode retroceder por definição.
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Libertação é possível individualmente.
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Para a humanidade inteira, exige término do ciclo.
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Reintegração ocorre no estado primordial.
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No centro, o tempo se transforma em espaço.
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Reflete a eternidade principial.
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A morte não alcança esse estado.
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Trata-se do domínio da imortalidade.
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Todas as coisas aparecem em simultaneidade imutável.
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O “terceiro olho” restitui o sentido da eternidade.