Na fase mecanicista e materialista dos tempos modernos, as fissuras foram temporariamente menos temíveis.
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Na segunda fase dos tempos modernos, as condições mudaram radicalmente.
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As fissuras reaparecem mais amplas e mais graves.
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O percurso descendente intensifica seus efeitos.
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Os centros espirituais não podem agir exteriormente.
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Influências superiores são bloqueadas pela “concha”.
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Falta defesa eficaz contra as forças invasoras.
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A ignorância moderna e a inércia mental agravam a situação.
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Persistem reflexos instintivos da mentalidade materialista.
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Muitos espiritualistas e tradicionalistas conservam esse fundo materialista.
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A boa vontade é insuficiente sem conhecimento efetivo.
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O espírito moderno impede a verdadeira compreensão.
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As dificuldades não são apenas negativas; há também fatores positivos que favorecem a intrusão inferior.
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A própria perdição moderna segue um plano coerente.
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A nova fase corresponde a etapa mais avançada desse plano.
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Existem auxiliares conscientes dessa orientação.
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Há diferentes graus de consciência nessa colaboração.
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A maioria dos auxiliares age inconscientemente e de boa fé.
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Ignoram a qualidade real das forças que invocam.
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Tornam-se instrumentos ativos precisamente por sua sinceridade.
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Incluem adeptos do neo-espiritualismo.
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Incluem filósofos intuicionistas.
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Incluem metapsíquicos e psicólogos recentes.
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Multiplicam-se em número quase incontável.
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As fissuras oferecem suportes concretos às influências sutis inferiores.
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O domínio sutil e o domínio psíquico são aqui equivalentes.
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Essas influências utilizam elementos do próprio meio cósmico.
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A propagação no mundo humano depende desses suportes.
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A compreensão desse processo exige examinar exemplos específicos.