Paralelamente, inicia-se um segundo trabalho, aparentemente contrário, voltado à dissolução.
-
Esse trabalho começa desde o aparecimento do materialismo.
-
Não contraria a quantificação; prepara o momento em que ela mesma tende à dissolução.
-
Quando a solidificação atinge seu máximo, a redução do contínuo ao descontínuo torna-se tendência dissolvente.
-
O trabalho dissolvente, antes oculto e restrito, passa a manifestar-se publicamente.
-
A ciência quantitativa torna-se menos materialista e abandona a própria noção de matéria.
-
O estado atual é o da sobrevivência do materialismo, sobretudo como materialismo prático.
-
O materialismo deixa de ser o agente principal da ação antitradicional.
-
A fase decisiva atual consiste em reabrir o mundo por baixo, sem restituir comunicação com o superior.
-
O fechamento máximo do corporal foi obra da fase materialista.
-
O passo seguinte é abrir “fissuras” por onde entram forças dissolventes do sutil inferior.
-
Trata-se do “desencadeamento” dessas forças para conduzir à dissolução final.
-
Há duas fases distintas: solidificação/quantificação e dissolução.
-
Embora parcialmente simultâneas, elas se sucedem logicamente no “plano” da desvio moderna.
-
A primeira fase, uma vez constituído o materialismo, desenrola-se por implicação interna.
-
A segunda foi preparada desde então e apenas começa a produzir efeitos visíveis.
-
Esta segunda fase passa agora ao primeiro plano.
-
O agente diretivo é designado com maior precisão como “contra-iniciação”.