A ênfase “prática” do neo-espiritualismo, alinhada às tendências experimentais modernas, permite-lhe influenciar a própria ciência por meio da metapsíquica, cujo método de estudo, dependente de médiuns espíritas, cria condições favoráveis à atuação de influências psíquicas inferiores, as quais são agora deliberadamente desencadeadas para servir ao plano de subversão.
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O “neo-espiritualismo”, por sua parte “prática”, alinha-se com as tendências experimentais da mentalidade moderna e consegue influenciar a própria ciência através da “metapsíquica”.
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O estudo dos fenômenos metapsíquicos é objetável pela forma como é conduzido, aplicando o ponto de vista da ciência profana por físicos e psicólogos mal preparados, que são os mais suscetíveis de se iludirem.
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As pesquisas metapsíquicas raramente são independentes do apoio dos neo-espiritualistas, especialmente dos espíritas, que as fazem servir à sua propaganda, obrigando os experimentadores a recorrerem a “médiuns” espíritas.
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Esses médiuns são indivíduos com ideias preconcebidas que modificam os fenômenos e foram treinados para servir de instrumentos passivos a certas influências dos “baixios” do mundo sutil, afetando perigosamente todos os que com eles entram em contato.
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O papel dos médiuns é algo de especial à época atual, pois no passado as forças do mundo sutil se manifestavam espontaneamente sem a necessidade de sua presença.
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Há indícios de que, desde o aparecimento do espiritismo, algo mudou na forma como o mundo sutil interfere com o mundo corpóreo, respondendo a exigências de “controle” sobre essas influências psíquicas inferiores, essencialmente maléficas, para utilizá-las diretamente na obra de subversão para a qual são agora “desencadeadas”.