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A característica metodológica de não separar o mito do rito.
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A aplicação da exegese alegórica ao culto e aos objetos rituais.
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O princípio de que as liturgias de iniciação e os ritos simbólicos manifestam o pensamento dos Antigos.
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O apreço por esta atitude como base da ciência das religiões.
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O emprego constante da etimologia simbólica ou alegórica.
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A definição da etimologia simbólica como método que busca um sentido conceptual a partir de homofonias.
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A fundamentação filosófica do método na concepção naturalista da linguagem, partilhada por Heráclito, Estoicos e Platão.
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A universalidade da etimologia simbólica, presente no “nirukta” indiano e na “notarikon” da Cabala.
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A base da etimologia simbólica na concepção analógica e unitária do mundo.
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A justificação do método pelo seu valor simbólico e confirmatório, e não pela exatidão linguística.
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A prática de múltiplas etimologias para um mesmo nome, como no caso de Osíris.
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O paralelismo do método de Plutarco com a prática etimológica simbólica dos sacerdotes egípcios.
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O exemplo da etimologia popular do nome de Ísis, “sê leve”, atestada no templo de Dendara.
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A utilidade de compreender a etimologia simbólica para o estudo da exegese teológica do osirismo.