O fundamento metafísico do sacrifício: o sacrifício eterno de Deus.
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A criação como o sacrifício de Deus.
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A criação como a humilhação de Deus em relação ao seu Absoluto.
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Deus, no seu Absoluto, tornando-se um absoluto-relativo ao pôr o ser da criatura e entrar em relação com ele.
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Este ato de se pôr em relação como o sacrifício do Absoluto e o sacrifício do Amor pelo “outro” que Ele mesmo põe como criado do nada.
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O Filho, em um dos seus aspectos, como princípio e totalidade da Criação, “primogénito de toda a criatura”.
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O Filho, como tal, sendo eminentemente o sacrifício de Deus.
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A lógica da Encarnação inscrita no Filho de Deus.
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O desígnio: realizar a reintegração da Criação no Criador.
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O sentido do sacrifício como rito da terra que sobe ao céu, respondendo ao sacrifício divino que desce do céu à terra.
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O retorno de todas as coisas ao seu Princípio divino.
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A operação deste retorno por Cristo, o Deus-Homem, Homem arquétipo, Homem universal.
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A citação de Colossenses: “É n'Ele que foram criadas todas as coisas, nos céus e na terra, as visíveis e as invisíveis… e todas as coisas subsistem n'Ele”.
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A reunião em Cristo de toda a criação, que Ele pode devolver ao Pai-Origem.
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A citação de Cristo: “Saí do Pai e venho ao mundo; deixo o mundo e vou para o Pai”.
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A consequência para o homem individual, também espelho e síntese da criação, microcosmo, e por isso capaz de oferecer o sacrifício e recolher os seus frutos.
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A citação de Cristo: “Roguei para que, onde Eu estou, vós estejais também”.
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A definição do trajeto teantrópico, primeiro em Cristo, depois no homem.