A função desses autores assemelha-se à missão profética de Elias, prometida para o fim dos tempos, de “reconverter o coração dos pais aos filhos e o dos filhos aos pais”, ou seja, revitalizar a Tradição através do esoterismo.
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O imediatismo e a oportunidade da aparição de Guénon e Coomaraswamy indicam que eles foram destinados a iniciar a “função eliática” para o momento atual do ciclo.
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A obra de Frithjof Schuon completa a de seus predecessores ao adicionar a dimensão do método e a exigência de engajamento total, unindo a verdade doutrinal à prática realizadora.
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A reabilitação da inteligência por Guénon e Coomaraswamy, focada na mente, é equilibrada por Schuon, que reintegra a dimensão da alma e das virtudes morais de modo intelectual e não moralista.
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As virtudes e a beleza possuem um poder interiorizante fundamental, sendo necessário manifestar o Coração não apenas na inteligência, mas também na alma e nas atitudes morais para alcançar a Santidade pré-pessoal.
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As obras de Schuon, como “Do Divino ao Humano”, encarnam o Espírito dos tempos finais ao oferecer soluções definitivas e recapitulativas com uma luz que une o último ao primordial.