A promessa de que a busca espiritual resulta em encontro permanece válida, embora as dificuldades da busca variem conforme o rigor da época.
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A instrução de Cristo sobre buscar e bater à porta garante a possibilidade de acesso ao sagrado em qualquer tempo.
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A tradição prevê compensações espirituais específicas para os períodos em que a busca se torna mais árdua.
A parábola dos trabalhadores da vinha ilustra a compensação espiritual reservada aos que se engajam na vida interior na undécima hora.
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O episódio do jovem rico demonstra que o apego às riquezas desqualifica o indivíduo para a vida interior e para o esoterismo.
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A inversão da ordem de retribuição, onde os últimos são os primeiros, indica uma prioridade conferida aos que enfrentam a iminência da morte do macrocosmo.
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O clima de desfecho do ciclo atual favorece o desapego das contingências mundanas, permitindo uma realização profunda por refração do macrocosmo no microcosmo.
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O caráter outonal da undécima hora atua como um facilitador misterioso para a colheita espiritual.
A ruptura total com o mundo profano contemporâneo confere aos buscadores atuais um dinamismo espiritual que compensa a tardia entrada na via.
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A imobilidade na praça do mercado simboliza a manutenção das virtualidades espirituais frente à atração do mundo exterior.
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A distinção entre a vinha e o mercado representa a escolha fundamental entre a atividade espiritual e a passividade rotineira no domínio profano.
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A ausência de relação entre a civilização moderna e a espiritualidade exige do indivíduo um discernimento e uma resolução superiores aos de épocas passadas.
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O esforço de libertação da inteligência e da vontade soma-se ao dinamismo da própria via espiritual.
A iminência da devastação do mundo moderno torna imperativo o afastamento implacável das desordens da civilização atual para aqueles que buscam a eleição espiritual.
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A abreviação dos dias de desolação ocorre em favor dos eleitos que pertencem à vinha.
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O mercado, identificado como a civilização moderna, é o objeto da cólera divina em razão de excessos que ultrapassaram o limite da paciência providencial.
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A oposição ativa aos desregramentos do mundo contemporâneo é necessária para evitar a cumplicidade passiva com a iniquidade.