A menção ao mistério da dupla face de cada coisa, conforme Ghazali, sendo uma face de nada (própria) e a Face de Deus (Ser), e a expressão poética do Shaikh sobre a impossibilidade de glorificar ou desprezar suficientemente o que ele é, devido à ilusão do eu individual e à realidade do Eu Divino.
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A referência à face de nada do indivíduo, que é pura ilusão e não pode ser suficientemente desprezada.
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A referência à Face de Ser, o Eu Divino que se torna o centro imediato da consciência do Santo.