A iluminação coincide com o consumo do casamento da Sabedoria e do Método, um estado onde a distinção entre os dois princípios é transcendida, pois o Método, estaticamente concebido, é a Sabedoria, e a Sabedoria, dinamicamente concebida, é o Método, uma verdade que, uma vez desperta, transfigura a percepção e a atividade do homem.
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A iluminação é a consumação do casamento entre Sabedoria e Método.
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A distinção entre Sabedoria e Método pode ser transcendida.
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Estaticamente, o Método é a Sabedoria; dinamicamente, a Sabedoria é o Método.
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Esta verdade, uma vez desperta, não pode ser apagada, embora a falta de atenção possa encobri-la.
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Viver esta verdade tanto na contemplação (Sabedoria) quanto na prática (Método) conduz ao limiar do Mistério desvendado pelo Buda.