A razão, ao contrário do intelecto, explora a realidade por descobertas sucessivas e tem dificuldade em cumular verdades antinômicas, o que obriga a teologia a usar formulações elípticas ou exclusivas.
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Contradição aparente entre “Deus é Luz” e “nada se assemelha a Ele”.
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Visão simultânea do intelecto (paisagem vista da montanha).
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Função de proteção do dogma contra a divinização do mundo.
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A perfeição dos Avatares e Profetas manifesta-se através de formas particulares que podem parecer imperfeitas ou limitadas quando vistas de uma perspectiva externa, análogo a como figuras geométricas perfeitas não são o círculo.
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Sofrimento de Cristo visto como imperfeição pelo Budismo.
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Caráter “terrestre” de Maomé visto como imperfeição pelo Cristianismo.
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Cada forma revela a perfeição absoluta de modo distinto e necessário.
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Os dogmas possuem uma função mística ou “alquímica” de conferir maneiras de ser espirituais, e a diversidade de sistemas religiosos é metafisicamente necessária, tal como a existência de múltiplos sistemas solares.
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Dogmas como veículos de transformação e não apenas ideias.
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Homem feito para viver em um único “sistema solar” espiritual.
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Legitimidade e inevitabilidade da diversidade tradicional.