Variantes terminológicas das Presenças são expostas com mundos do mulk, malakût, jabarût e ‘izzah, e com distinções de
Ibn Arabi entre ‘âlam esh-Shahâdah e ‘âlam el-Ghayb em que El-Haqq oculta diante da criatura e não diante de Si, e com divergências entre Abu Talib El-Makkî, Jurjânî e Ghazzalî sobre o sentido de jabarût como mundo de Nomes e Qualidades, mundo intermediário ou grau comparável ao movimento sentido numa barca, além da formulação de Jîlî sobre parte exterior como forma, parte interior como alma e uma terceira parte transcendente como verdade essencial ligada ao Ser e a aspectos do Intelecto divino ou da Vontade criadora.
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Ibn Arabi é nomeado com as definições de manifestado e oculto.
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El-Haqq é nomeado como verdade que oculta para a criatura.
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Abu Talib El-Makkî é citado com jabarût como mundo do infinito.
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Jurjânî é citado com jabarût como mundo dos Nomes e Qualidades.
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Ghazzalî é citado com jabarût como intermediário comparado ao balanço numa barca.
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Jîlî é citado com divisão em exterior, interior e parte transcendente divina.
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Outra apresentação sufi descreve as Presenças como jism, khayâl, ‘aql, Wâhidiyah e Ahadiyah, e alguns acrescentam Dhât como sexta presença acima e imanente, interpretando Wâhidiyah e Ahadiyah como dois aspectos do Ser e distinguindo unidade extrínseca como inassociabilidade e unidade intrínseca como indivisibilidade, ao mesmo tempo em que se observa que Hâhût corresponde a Hua e Huwiyah enquanto Lâhût não corresponde rigorosamente a Allah e Ulûhiyah por falta de exclusividade destes últimos.
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Jism é associado ao corpo.
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Khayâl é associado à imaginação e ao domínio psíquico.
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‘Aql é associado ao intelecto e ao mundo angélico.
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Wâhidiyah e Ahadiyah são associadas ao Ser e ao Sobre-Ser.
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Dhât é mencionado como essência acima e imanente.
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A distinção entre Lâhût e Allah é atribuída ao caráter limitativo do primeiro.
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Em algumas variantes, a divisão torna-se quaternária com nâsût como manifestação formal sem distinção interna, malakût como supraformal, jabarût como mundo das Qualidades divinas do princípio ontológico e Lâhût como princípio absoluto ou supremo Soi, e outra variante dispõe hadrat el-ghayb el-mutlaq como Princípio, hadrat el-ghayb el-mudâfî como oculto relativo subdividido em jabarût e ‘âlam el-mithâl, hadrat esh-shahâdat el-mutlaqah como mundo material e hadrat el-jami‘ah como presença-síntese.
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A quaternarização redistribui jabarût para o plano das qualidades divinas.
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A série de hadrat organiza oculto absoluto, oculto relativo e manifestado absoluto.
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‘Âlam el-mithâl é associado ao mundo do símbolo e ao sutil anímico.
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Hadhrat el-jami‘ah é associada à síntese total.
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A doutrina das cinco Presenças explica relações diversas entre Princípio e Manifestação por imagens geométricas como ponto e circunferência que exprimem separação rigorosa, centro e raios que exprimem prolongamento essencial e ilusão da segmentação com referência ao sacrifício de Purusha e à identidade essencial da analogia existencial, espiral que exprime emanação e enrolamento iniciático, e multiplicação por reflexos pontuais que exprime repercussão em vez de emanação.
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Ponto-circunferência é apresentado como separação sem contato.
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Centro-raios é apresentado como prolongamento do centro em toda distância.
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A água é dita simbolizar e ser de certo modo a substância universal.
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O sacrifício de Purusha é invocado como chave da ilusão segmentadora.
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Espiral é apresentada como figura simultânea de cosmogonia e iniciação.
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Reflexos múltiplos são apresentados como unidades simbolizando o Um sem serem o Um.
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Os graus de realidade possuem aspecto dinâmico de sucessão com ritmos cíclicos diferentes em que a multiplicidade e rapidez aumentam à medida que se afasta do Centro imutável, evocando dias, anos e vidas de Brahma, mas o Ser como Maya pura não recebe ritmo por estar além do tempo, e sobre a possibilidade de um movimento in divinis afirma-se simultaneamente sim e não, pois Deus não comporta privação nem inércia nem modificação, e sua infinitude permite conceber uma mobilidade não contingente, autorizando a ideia de uma respiração do Ser ao Supra-Ser como modelo dos movimentos e ciclos.
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O aumento de superfície na periferia é usado como analogia de multiplicação rítmica.
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A referência a Brahma é usada para indicar ciclos de escala universal.
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A impossibilidade de ritmo no Ser é atribuída à trans-temporalidade do princípio ontológico.
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A dupla resposta sim e não é fundamentada na ausência de privação em Deus.
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A mobilidade divina é definida como qualidade ligada à infinitude e não como mudança.
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A respiração entre Ser e Sobre-Ser é apresentada como protótipo de movimentos e ciclos.
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A negação moderna dos graus suprassensíveis da realidade e das cinco Presenças divinas é declarada fonte das interpretações falsas do mundo e do homem e condição de invalidez das filosofias e ciências modernas, sendo essa constatação atribuída a quem ultrapassa a lógica da experiência sensível.
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A ignorância dos graus suprassensíveis é apresentada como monotonia obsessiva.
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A base das interpretações modernas é descrita como viciada por essa negação.
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O critério de percepção desse vício é associado a uma inteligência que excede o empirismo lógico.
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O evolucionismo é descrito como sucedâneo compensatório em superfície plana para dimensões perdidas, pois ao negar estados suprassensíveis do exterior ao interior através de estados ígneos e luminosos até o centro divino busca-se causa cosmogônica no plano sensível e substituem-se causas verdadeiras por imaginárias, trocando-se a hierarquia invisível e a emanação criadora, compatível com creatio ex nihilo, por transformismo e progresso humano, o que conduz ao esquecimento do homem e ao risco de catástrofe por destruição ou degenerescência.
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O evolucionismo é apresentado como resposta materialista ao desejo de causalidade.
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A perda de dimensões em profundidade é apresentada como causa do recurso ao plano sensível.
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A emanação é declarada compatível com a creatio ex nihilo e explicativa de seu sentido.
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O progresso humano é apresentado como correlato do transformismo.
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A ciência física vasta é associada a catástrofe por violência ou degeneração.
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A negação do mundo anímico, apesar de nele se estar imerso como cristais num líquido, reduz o psíquico ao material e falseia a avaliação do mental, eliminando a espiritualidade e apagando o domínio da magia ao explicar o superior pelo inferior e desumanizar o humano.
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A inversão perceptiva coloca o anímico como se estivesse dentro dos corpos ou atrás das cascas materiais.
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A redução causal material é apresentada como efeito direto da negação.
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A morte da espiritualidade é apresentada como consequência.
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A ignorância do domínio da magia é apresentada como corolário.
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A desumanização é descrita como resultado de explicar o superior pelo inferior.
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Mesmo aceitando o plano anímico e negando planos superiores, persiste a desumanização por rejeitar causas sobrenaturais supraformais e reduzir tudo a causalidade horizontal, gerando psicologismo que transforma Revelação em poesia, religiões em invenções, sábios em simples pensadores, inspirações e infalibilidade em inexistentes, erro em contribuição cultural, e o homem em animal humano sem realidade propriamente humana.
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O psicologismo é definido como redução generalizada a causas psicológicas individuais e profanas.
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A causalidade vertical é negada por princípio.
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Revelação e religião são rebaixadas a produtos contingentes.
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Sábios são descritos como logicians sem estatuto suprassensível.
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A negação de causas de princípio implica negação de verdade de princípio.
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O homem reduzido a si mesmo é descrito como não humano.
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A psicanálise é apresentada como compensação análoga ao evolucionismo, pois ao negar a causalidade em profundidade projeta-se causalidade em superfície e substituem-se causas elevadas por hipóteses baixas, de modo comparável a buscar no sangue ou nos ossos a causa de um ato em vez da ideia que o precede.
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A função compensatória é descrita como invenção de causas falsas.
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A metáfora do plano superficial substitui profundidade por projeção.
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O exemplo sangue e ossos ilustra rebaixamento causal.
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A crítica enfatiza a substituição do mais alto pelo mais baixo.
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A negação dos cinco graus impede compreender magia e milagre, e a rejeição de ambos é associada ao anátema da Igreja, pois a existência do anímico implica irrupções no material em condições excepcionais e a existência do supraformal implica intervenções verticais contra leis ditas naturais, exigindo definir natural como o que se submete às leis da matéria e das sensações e não como sinônimo de lógico ou possível, e denunciando o cientismo que toma o sobrenatural como ausência de causas reais.
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A Igreja é nomeada como instância que anatematiza a rejeição de magia e milagre.
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O anímico é apresentado como capaz de irromper no sensível sob certas condições.
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O supraformal é apresentado como anterior e capaz de intervenção vertical.
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Natural é delimitado como domínio de causalidade mensurável e sensível.
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A distinção entre horizontal e vertical é apresentada como necessidade verbal e conceitual.
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O cientismo é descrito como confusão do sobrenatural com ausência de causa.
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Por ignorar os graus de realidade, a ciência moderna é declarada nula e inoperante para magia, espiritualidade e práticas humanas do passado, e é rejeitada como ilusão a expectativa de que ela alcance verdades religiosas ou metafísicas por sua corrida ao infinitamente pequeno e ao infinitamente grande, sendo essa ilusão dita mais vã que a astronomia aristotélica.
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A incapacidade explicativa abrange crenças e práticas de qualquer povo.
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O passado histórico e pré-histórico é apresentado como tendo chave inacessível ao método moderno.
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A corrida ao pequeno e ao grande é tratada como vertiginosa e impotente.
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A comparação com astronomia aristotélica enfatiza a vaidade da esperança.
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Forma e essência são distinguidas como essência coagulada, como gelo em relação à água, e o mundo formal congela substâncias espirituais individualizando e separando, sem excluir egos nas esferas superiores, pois o ego dos bem-aventurados é supraformal e não opaco, permitindo assumir formas diversas como espelho transparente de Deus e dos mundos angélicos, de modo que a forma terrestre é reabsorvida na substância essencial e a pessoa imortal é transfigurada e não aniquilada, podendo reassumir forma individual, e o mesmo vale a priori para anjos que podem assumir forma e ego conforme exemplos das Escrituras, pois quem pode o mais pode o menos.
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A analogia gelo-água define a coagulação formal.
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A individualização é apresentada como efeito separativo do mundo formal.
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O ego celeste é descrito como não excludente nem opaco.
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A capacidade de múltiplas formas é atribuída ao caráter de espelho transparente.
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Reabsorção é definida como transfiguração e não como aniquilação.
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A permanência da pessoa no além é afirmada com possibilidade de reassunção.
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Anjos são apresentados como capazes de forma e ego apesar de não terem individualidade terrestre.
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Escrituras são mencionadas como fonte de exemplos.
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A questão das proporções afirma que o estado material, apesar de se perder no espaço, é um grão de poeira diante do estado anímico que o contém de modo não espacial, e este é ínfimo diante da manifestação supraformal, que por sua vez nada é diante do Princípio.
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A vastidão espacial não é critério de grandeza ontológica.
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O anímico é descrito como continente do material sem relação espacial.
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O supraformal excede o anímico em proporção ainda maior.
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O Princípio excede o supraformal sem comparação.
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A regressão matemática do alto ao baixo é dita compensada por progressão descendente em que as regiões se estreitam e simultaneamente se multiplicam, fazendo da quantidade o antipode analógico do Infinito, e o estado material exterior inclui miríades de cristalizações análogas ao mundo sensível porém inacessíveis, havendo também muitos mundos sutis ígneos sob o cosmos angélico e uma profusão inimaginável de paraísos luminosos diante do Princípio, sendo essa lei prefigurada in divinis pela diversificação dos Nomes de Qualidade e pela riqueza de possibilidades que, ao se derramar na Natura naturans ou Materia prima, cristaliza criações vertiginosamente múltiplas sem jamais alcançar a plenitude do Infinito indivisível.
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A multiplicação é associada ao afastamento do princípio.
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A quantidade é apresentada como contraparte exterior do infinito.
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Muitos mundos materiais são afirmados como paralelos e inacessíveis aos sentidos humanos.
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Muitos mundos sutis ígneos são afirmados como correlatos do supraformal.
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Paraísos luminosos são descritos como profusão diante do Princípio.
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Asma çifâtiyah são nomeados como origem da primeira diversificação no Ser.
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Natura naturans e Materia prima são nomeadas como matriz de cristalização das possibilidades.
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A ciência experimental e pragmática é dita ignorar tudo isso e desconsiderar a intuição milenar, recusando reconhecer que a diversidade de mitos e dogmas, apesar do acordo essencial em uma realidade transcendente e em um além conforme atitudes terrestres, deriva do caráter inimaginável e indescritível do suprassensorial que admite perspectivas indefinidamente variadas segundo necessidades espirituais diferentes, sintetizando-se essa relação na fórmula de que a Verdade é uma e a Misericórdia é diversa.
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A intuição milenar é apresentada como unanimidade do intelecto humano.
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O acordo essencial é definido como realidade transcendente absoluta e além-mundo.
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A diversidade é atribuída à indeterminação imaginativa do suprassensível.
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A adaptação a necessidades espirituais distintas é apresentada como motivo da variação.
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A unidade da verdade e a diversidade da misericórdia são afirmadas como síntese.
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A filosofia cientista ignora, além dos graus, seus ritmos e sua vida, ignorando ciclos e o solve et coagula universal, e por isso ignora o jorro do mundo a partir de uma realidade invisível e fulgurante e sua reabsorção na obscura luz da mesma realidade, afirmando-se que todo o real está no invisível como condição primeira de conhecimento e eficácia, embora se declare que isso não será compreendido e que o mundo humano seguirá inexoravelmente seu curso.
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Ciclos universais são apresentados como dimensão essencial do real.
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Solve et coagula é nomeado como chave de manifestação e reabsorção.
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A origem do mundo é descrita como transbordamento de uma realidade invisível.
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O retorno é descrito como reabsorção na luz obscura do invisível.
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A primazia do invisível é afirmada como critério de conhecimento e eficácia.
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A incompreensão é anunciada como persistente e o curso humano como inexorável.