As correntes humanistas e materialistas, culminando no marxismo, buscam edificar uma humanidade perfeita destruindo o humano, ignorando que a religião é uma necessidade “ecológica” indispensável para a sanidade psíquica.
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Evolução do humanismo deísta ao marxismo ateu.
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Religião como proteção contra os pesadelos da existência.
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Felicidade impossível sem a significação espiritual da vida.
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O argumento cético sobre as contradições entre as religiões é falacioso, pois a metafísica tradicional é capaz de conciliar a diversidade formal das doutrinas com a unanimidade de sua verdade essencial.
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Analogia com a pretensão individual do “eu”.
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Comparação com a visão única da montanha.
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Justiça feita à objetividade e à subjetividade.
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A verdadeira utilidade social define-se pela capacidade da coletividade em permitir que o indivíduo realize sua razão de ser diante do Absoluto, invertendo a lógica de que o homem existe para a sociedade.
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O indivíduo como fragmento de absoluidade.
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Primazia da verdade sobre o social.
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O homem solitário diante de Deus como meta da comunidade.
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A falsa dicotomia entre salvação pessoal e altruísmo ignora que a purificação interior é condição sine qua non para ajudar efetivamente o próximo, e que a contemplação não exclui a capacidade de ação.
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Crítica ao sentimentalismo “altruísta” (ex: Vivekananda).
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Hipocrisia de esconder defeitos sob boas obras.
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Bhagavad Gita como prova da união entre ação e espírito.
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A ação fundamentada na verdade possui um valor intrínseco e uma eficácia espiritual que independem do sucesso externo, constituindo uma vitória interior mesmo diante das adversidades da “idade de ferro”.
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Dever de agir sem apego aos frutos.
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Fidelidade aos princípios como vitória na alma.
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Efeitos incalculáveis da atividade espiritualmente correta.