A forma suprema do sacrifício, da qual todas as outras são apenas reflexos ou antecipações, situa-se no plano interior; e, pela lei de analogia inversa entre o plano interior, principial, e o mundo externo, não é um décimo da vida que o homem sacrifica, mas ele próprio, seu próprio ser.
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O décimo, o sacrificador espiritual, sacerdote e holocausto ao mesmo tempo como o Cristo, o deixa ao mundo para que o mundo lho devolva participando da grande obra segundo seus meios.
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O homem se sacrifica para perder sua vida no sentido da palavra evangélica, ou antes para reencontrá-la no imutável que está além das alternâncias cósmicas.