A constituição humana de inteligência, vontade e sentimento destina-se respectivamente à Verdade, ao Bem Soberano e à conformidade com ambos, refletindo a natureza divina onde Deus é Amor.
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Sentimento como participação na natureza divina e não fraqueza.
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Tríade: Verdade, Via e Virtude.
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O amor de Deus como essência da virtude.
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O exoterismo atua como um “mal menor” ao colocar a inteligência pura entre parênteses em favor da crença e do sentimento, adaptando-se às limitações da coletividade humana média.
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Concessões inevitáveis à natureza decaída.
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Ênfase na vontade e no sentimento moral.
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Ambiguidade da limitação exotérica nos desígnios da Providência.
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A inteligência é intrinsecamente “piedosa” porque sua substância é o discernimento e a contemplação do Bem, de modo que a impiedade intelectual representa a pior corrupção possível.
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Corruptio optimi pessima.
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Vínculo indissolúvel entre inteligência fundiária e o sentido do sagrado.
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A verdadeira virtude desemboca na saúde do espírito e no conhecimento do Real.