A manutenção numa modalidade capaz de escapar ao tempo e que permite, sem passagem por outros estados de ser individuais ou não, renascer em Deus, é o fato simbolizado pela imortalidade, sendo o renascimento ou novenário do ciclo e a ressurreição simbolizados pela Fênix.
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A Fênix, viva sobre sua fogueira chamada imortalidade em heráldica, simboliza nos Grandes Priorados de Cavaleiros Benfeitores da Cidade Santa da franco-maçonaria templária escocesa retificada pelo mote Perit ut Vivat, ele morre para viver.
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O novenário dos retornos, quando aplicado à ascensão vertical da imortalidade prolongada até a eternidade do estado divino, simboliza o périplo pelos estados superiores ou angélicos: os nove coros celestes — Anjos, Arcanjos, Tronos, Senhores, Principados, Potestades, Virtudes, Querubins, Serafins da anáfora de São Basílio — que entoam sem fim o triplo Kadosh.
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O judeu-cristianismo reservou um lugar para a Fênix ou Phoinix, vendo nela uma alusão à longevidade, assim como para a palmeira com a qual a Fênix é às vezes confundida na tradução dos Salmos.
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Essa ave, Simorgh do Islã iraniano, aparece em Clemente de Roma, Lactâncio e nos textos de Nag-Hammadi.