A graça de Cristo, contudo, basta-se a si mesma, e mesmo fora do cristianismo, o “batismo de desejo” e a integração no “corpo místico” de Cristo são possibilidades, pois todos os que buscam Deus de coração sincero podem chegar ao salvamento eterno, e o discípulo do Mestre, consciente ou não, está chamado a ressuscitar no Corpo glorioso do Messias, sendo, metafisicamente, gerado na carne incorruptível e virginal, passando pela Virgem, ainda que inconscientemente.
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A graça de Cristo basta-se a si mesma e não tem limites, existindo um “batismo de desejo” e uma integração no “corpo místico” de Cristo.
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A constituição Lumen Gentium do Vaticano II admite que todos os homens são chamados à comunhão da vida divina, incluindo os que buscam Deus de coração sincero sem ter recebido o Evangelho.
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Aquele que inscreve os homens no “Livro da Vida” é o Enviado, o “Schiloh” de Israel, também o Israel das Nações.
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O discípulo do Mestre, consciente ou não, está chamado a ressuscitar no Corpo glorioso do Messias triunfante e, metafisicamente, será gerado na carne incorruptível e virginal, passando pela Virgem ainda que inconscientemente.
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A “estratégia” póstuma da Boa Nova culmina na parturição ressurrecional da Virgem Maria, cuja imagem final é a da Cidade Santa, a Jerusalém Celeste do Apocalipse, que encerra em si o Templo e é iluminada pela lâmpada do Cordeiro, onde reside a Árvore da Vida, cujos frutos são a vida eterna, em consonância com a revelação bíblica de que Deus é o Deus dos vivos e Cristo é a Ressurreição e a Vida.
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A imagem final da feminilidade vitoriosa e compassiva é a da Cidade Santa, a Jerusalém Celeste do Apocalipse, com doze portas, aberta aos descendentes das doze tribos de Israel e à multidão dos eleitos.
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Esta Cidade virginal contém em si o Templo-Deus-Todo-Poderoso e é iluminada pela lâmpada do Cordeiro, onde reside a Árvore da Vida.
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A Árvore da Vida é a sabedoria do Zohar, cujos frutos dão a vida, a Terra da Vida Eterna.
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A ressurreição é atestada por Moisés na passagem da sarça ardente, onde Deus se revela como o Deus de Abraão, Isaac e Jacob, o Deus dos vivos, não dos mortos.
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Cristo é a Ressurreição e a Vida, e aquele que crê nele viverá, ainda que morto, e não morrerá jamais.