A questão é mais complexa do que aparece à primeira vista, e o destino póstumo do batizado, à luz do salvo oferecido na Ressurreição de Cristo e no mistério da assunção corporal da Virgem, permite conciliar a Boa Nova e suas consequências com o que
Guénon evidenciou quanto ao destino dos elementos constitutivos do ser ao fim do estado individual humano segundo a antropologia tradicional.