A realidade do Coração não é ignorada pelas doutrinas puramente intelectuais, mas nelas a perspectiva é diferente: René
Guénon lembra que os gregos, inclusive
Aristóteles, atribuíam ao coração o mesmo papel que os dados hindus, fazendo dele o sede da inteligência, numa posição intermediária entre a Inteligência Universal e o indivíduo.