chenique:logica

ELEMENTOS DE LÓGICA CLÁSSICA I

CHENIQUE, François. Eléments de Logique Classique I. L’Art de Penser et de Juger. Paris: Dunod, 1975. Eléments de logique classique : l'art de penser et de juger, l'art de raisonner

Uma obra ímpar de um dos mais importantes seguidores de René Guénon, professor, informático e lógico, cobrindo todos os aspectos da lógica clássica, medieval e moderna, do Ocidente; oferece também incursões sobre a lógica na tradição hindu.

TOMO I

  • INTRODUÇÃO. É PRECISO ESTUDAR A LÓGICA CLÁSSICA?
  • PRIMEIRA PARTE - HISTÓRIA DA LÓGICA CLÁSSICA
    • CAPÍTULO I. A LÓGICA GREGA
      • Seção 1. Os filósofos pré-socráticos
        • 1. Os antigos jônios
        • 2. Pitágoras e a matemática
        • 3. A escola de Eleia
        • 4. Os novos jônios
      • Seção 2. A filosofia em Atenas (séculos V e IV)
        • 1. Sócrates
        • 2. Platão
        • 3. Aristóteles
        • 4. A lógica estoica
      • Seção 3. O fim da antiguidade
        • 1. Os filósofos pagãos
        • 2. A filosofia dos Padres da Igreja
  • CAPÍTULO II. A LÓGICA INDIANA
    • Seção 1. Os Darçana
      • 1. Noção
      • 2. Os seis Darçana
      • 3. A transmissão dos Darçana
      • 4. Os seis Vedânga
      • 5. Os Upaveda
      • 6. Os Ganita
      • 7. Atualidade dos Darçana
    • Seção 2. O Nyaya
      • 1. Definição e origens
      • 2. Os Nÿàyasutra
      • 3. Os dezesseis Padârtka
      • 4. Os Pramana
      • 5. Os Prameya
      • 6. O raciocínio de “cinco membros”
    • Seção 3. O Vaiçesika
      • 1. As categorias
      • 2. As substâncias
      • 3. As propriedades
      • 4. Observações
      • 5. Conclusão
  • CAPÍTULO III. A LÓGICA DA IDADE MÉDIA AO SÉCULO XIX
    • Seção única. A lógica da Idade Média ao século XIX
      • 1. Santo Tomás de Aquino e a lógica escolástica
      • 2. Um precursor da lógica moderna: o Beato Raimundo Lúlio
      • 3. A reação contra Aristóteles
      • 4. Leibniz e a “Característica universal”
      • 5. Kant e a lógica transcendental
      • 6. Hegel e a lógica dialética
      • 7. Os lógicos ingleses do século XIX
      • 8. Conclusão
  • CAPÍTULO IV. DEFINIÇÃO E DIVISÃO DA LÓGICA
    • Seção 1. Definição e objeto formal da lógica
      • 1. Definição da lógica
      • 2. A lógica é uma arte e uma ciência
      • 3. Objeto material e objeto formal
      • 4. Intenções primeiras e intenções segundas
      • 5. Ser real e ser de razão
      • 6. Objeto formal da lógica
    • Seção 2. A lógica e as outras ciências
      • 1. Lógica e psicologia
      • 2. Lógica e metafísica
    • Seção 3. Divisão da lógica
      • 1. As três operações do espírito
      • 2. Lógica material e lógica formal
      • 3. Plano da obra
  • SEGUNDA PARTE - A SIMPLES APREENSÃO
    • CAPÍTULO V. NATUREZA DA SIMPLES APREENSÃO. O CONCEITO. O TERMO
      • Seção 1. A simples apreensão
        • A. Como formamos nossas ideias: a abstração
          • 1. A experiência
          • 2. A abstração
          • 3. Os três graus de abstração
        • B. Noção de simples apreensão
          • 1. Definição da simples apreensão
          • 2. Caracteres da simples apreensão
          • 3. Valor prático da simples apreensão
          • 4. Objeto material e objeto formal da simples apreensão
        • C. O conceito ou termo mental
          • 1. Os diversos nomes do conceito
          • 2. Existência e legitimidade do conceito
        • D. O termo oral
          • 1. As funções da linguagem humana
          • 2. Definição e natureza do termo oral
          • 3. A linguagem e o pensamento
      • Seção 2. A partição do termo
        • A. Partição do termo segundo a extensão e a compreensão
          • 1. Extensão e compreensão do termo
          • 2. Partição do termo sob o aspecto de sua extensão
          • 3. Partição do termo sob o aspecto de sua compreensão
        • B. Partição do termo segundo a perfeição ou modo
          • 1. A ideia clara e distinta
          • 2. Unicidade, equivocidade, analogia
        • C. Partição segundo as relações dos termos entre si
      • Seção 3. As propriedades do termo
        • 1. A suposição
        • 2. A apelação
        • 3. Outras propriedades do termo
  • CAPÍTULO VI. PARTIÇÃO E PROPRIEDADES DO TERMO UNIVERSAL
    • Seção 1. O problema dos universais
      • A. As Categorias gregas
        • 1. Os Gêneros supremos de Platão
        • 2. As Categorias de Aristóteles
        • 3. As Categorias estoicas
      • B. O problema da Idade Média aos nossos dias
        • 1. As Categorias no tratado de Porfírio-Boécio
        • 2. O nominalismo
        • 3. O conceitualismo
        • 4. O realismo platônico
        • 5. O realismo aristotélico
        • 6. A doutrina da Escola
      • C. Universal metafísico e universal lógico
        • 1. Universal material ou direto ou de primeira intenção ou metafísico ou “ideia-atributo”
        • 2. Universal formal ou reflexo ou de segunda intenção ou lógico ou “ideia-grupo”
    • Seção 2. Os predicáveis
      • A. Generalidades
        • 1. Origem dos predicáveis
        • 2. Análise dos predicáveis
        • 3. Observações sobre o modo de predicação
      • B. Estudo dos predicáveis
        • 1. O gênero
        • 2. A espécie
        • 3. A diferença
        • 4. O próprio
        • 5. O acidente predicável ou lógico
        • 6. O indivíduo
      • C. A árvore de Porfírio
        • 1. A hierarquia dos gêneros e das espécies
        • 2. A árvore de Porfírio
    • Seção 3. Os predicamentos ou categorias
      • A. Os dez predicamentos
        • 1. A lista dos dez predicamentos
        • 2. Os predicamentos no sentido metafísico
        • 3. Os predicamentos no sentido lógico
      • B. Os antepredicamentos
        • 1. Unicidade, equivocidade, analogia: um exemplo
        • 2. Algumas distinções úteis
        • 3. Regra dos antepredicamentos
        • 4. As quatro maneiras de dizer “por si”
    • Seção 4. Objetividade e realidade do universal
      • 1. Os primeiros princípios: lógica e metalógica
      • 2. Noção de verdade
      • 3. Verdade ontológica
      • 4. Verdade lógica
      • 5. Universal metafísico e universal lógico: o geral
  • CAPÍTULO VII. A EXPLICAÇÃO LÓGICA: A DEFINIÇÃO E A DIVISÃO
    • Seção 1. A definição
      • A. Natureza da definição
        • 1. Definição escolástica
        • 2. A definição não é um termo simples
        • 3. A definição pertence à primeira operação do espírito
        • 4. Limites da definição: os indefiníveis
      • B. As diferentes espécies de definições
        • 1. Princípios da distinção
        • 2. Quadro recapitulativo
      • C. Regras da definição e do definido
        • 1. Regras de uma boa definição
        • 2. Regras do definido
    • Seção 2. A divisão lógica
      • A. Definição e natureza da divisão
        • 1. Definição
        • 2. Elementos da divisão
      • B. Espécies de divisões
        • 1. Divisão “per se”
        • 2. Divisão acidental (per accidens)
        • 3. Divisão metafísica e divisão lógica
      • C. Regras de uma boa divisão
  • TERCEIRA PARTE - O JUÍZO E A PROPOSIÇÃO
    • CAPÍTULO VIII. NATUREZA DO JUÍZO E DA PROPOSIÇÃO
      • Seção 1. Noções de juízo e de proposição
        • A. O Juízo
          • 1. Definição
          • 2. O juízo atinge a existência das coisas
          • 3. Processo psicológico do juízo
        • B. A proposição
          • 1. Definição
          • 2. Espécies de discurso
      • Seção 2. Elementos e caracteres do juízo e da proposição
        • A. Elementos da proposição
          • 1. A distinção dos elementos
          • 2. A divisão nome-verbo
          • 3. A divisão sujeito-cópula-predicado
        • B. Caracteres da proposição
          • 1. A predicação ou atribuição
          • 2. Proposições “de inesse” e relações de inerência no juízo
          • 3. Lógica da relação
          • 4. Extensão e compreensão no juízo
  • CAPÍTULO IX. DIVISÃO DAS PROPOSIÇÕES
    • Seção 1. Proposições simples
      • A. Divisão do ponto de vista da qualidade da cópula
        • 1. Definições
        • 2. Regras
        • 3. Os juízos indefinidos
      • B. Divisão do ponto de vista da quantidade do sujeito
        • 1. Classificação de Aristóteles
        • 2. Redução das proposições singulares e das proposições indeterminadas
        • 3. Processos mnemônicos
      • C. Divisão do ponto de vista da matéria e da forma
        • 1. Do ponto de vista da matéria
        • 2. Do ponto de vista da forma
    • Seção 2. Proposições compostas
      • A. Proposições abertamente compostas
        • 1. Proposições copulativas
        • 2. Proposições disjuntivas
        • 3. Proposições condicionais ou hipotéticas propriamente ditas
        • 4. Proposições causais
        • 5. Proposições relativas
        • 6. Proposições adversativas ou discretivas
      • B. Proposições ocultamente compostas
        • 1. Proposições exclusivas
        • 2. Proposições excetivas
        • 3. Proposições comparativas
        • 4. Proposições reduplicativas
    • Seção 3. Proposições modais
      • A. Definição das proposições modais
        • 1. Dificuldades da definição
        • 2. Dificuldades da língua: modalidade “de re” e modalidade “de dicto”
        • 3. Definição
      • B. Classificação das modais
        • 1. Divisão de Aristóteles
        • 2. Divisão dos escolásticos
        • 3. Noção de contingência
        • 4. A lógica moderna
      • C. Análise das modais
        • 1. O modus e o dictum
        • 2. Qualidade e quantidade das modais
        • 3. Determinação do número das modais
      • D. Consecução e equipolência das modais
      • Anexo. Proposições analíticas e proposições sintéticas
  • CAPÍTULO X. PROPRIEDADES DAS PROPOSIÇÕES
    • Seção 1. A oposição e seus modos
      • A. Noção de oposição
        • 1. A doutrina de Aristóteles
        • 2. A filosofia moderna
      • B. Os quatro modos da oposição
        • 1. A oposição dos relativos
        • 2. A oposição dos contrários
        • 3. A oposição privação-posse
        • 4. A oposição dos contraditórios
    • Seção 2. A oposição das proposições categóricas
      • A. As quatro espécies de oposição das proposições
        • 1. A oposição das contraditórias
        • 2. A oposição das contrárias
        • 3. A oposição das subcontrárias
        • 4. A oposição das subalternas
        • 5. O quadrado das oposições
      • B. As regras da oposição das proposições
        • 1. Regras das contraditórias
        • 2. Regras das subalternas
        • 3. Regras das contrárias
        • 4. Regras das subcontrárias
    • Seção 3. A oposição das proposições modais
      • A. Regras gerais da oposição das proposições modais
        • 1. Recordação sobre as modais
        • 2. Enunciado das regras
      • B. Exemplos de aplicação da oposição das modais
        • 1. A oposição das modais sem fazer intervir a quantidade do dictum
        • 2. A oposição das modais, levando em conta a quantidade do dictum
    • Seção 4. A conversão das proposições
      • A. Conversão, obversão, contraposição
        • 1. Definição da conversão ou reciprocação
        • 2. A extensão dos termos na conversão
        • 3. As diferentes espécies de conversão
      • B. A conversão das proposições categóricas
        • 1. Conversão da universal afirmativa (A)
        • 2. Conversão da universal negativa (E)
        • 3. Conversão da particular afirmativa (I)
        • 4. Conversão da particular negativa (O)
        • 5. Versos mnemônicos
        • 6. Demonstrações
      • C. A conversão das proposições modais
        • 1. Conversão das proposições apodíticas ou necessárias
        • 2. Conversão das proposições possíveis
        • 3. Conversão das proposições impossíveis
        • 4. Conversão das proposições contingentes
    • Seção 5. A equipolência ou equivalência das proposições
      • A. Equipolência das proposições categóricas
        • 1. As regras
        • 2. O quadrado das oposições
      • B. Equipolência das proposições modais
        • 1. As regras
        • 2. Equipolência do grupo Amabimus
    • EXERCÍCIOS
      • 1. Enunciados dos exercícios
      • 2. Correções dos exercícios
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