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VIAGEM

LAURANT, Jean Pierre. Le voyage. Paris: Lebaud, 1995.

A viagem é uma ruptura que permite ao homem escapar ao destino de seu cotidiano. O longe de antão é hoje o acessível em algumas horas de avião e a imagem do perigo de uma travessia por mar é apagada pelo conforto dos transatlânticos. E no entanto, o convite à viagem nunca foi tão vivo. O viajante moderno busca, como o primeiro dos cruzados, os mistérios das terras desconhecidas, o sopro dos grandes espaços, o maravilhoso de uma cidade enfim ideal.

Adaptados às técnicas modernas, os símbolos associados à viagem nada perderam de sua vitalidade. Nova York guarda o eco de Babilônia, o cruzeiro no Mediterrâneo figura a Odisseia, e o Telêmaco do século XX tem a atitude e os gestos eternos do viajante: o apelo, a partida, a passagem, o encontro, o guia, o retorno e a lembrança de tão bela paisagem…

O professor da École pratique des hautes études, e e pesquisador do CNRS, Jean-Pierre Laurant, autor de várias obras sobre o esoterismo ocidental, e estudos especializados sobre o pensamento de René Guénon e Matgioi, nos oferece uma estudo sobre o simbolismo da viagem, na coleção “Les symboles”, da Editora Philippe Lebaud.

Introdução

Encontrar a saída

  • Um sinal dos deuses
  • A doçura do exílio
  • Romper
  • Dar uma forma ao sonho
  • A grande saída

Os Desafios

  • Os guardiões do portal
  • A doença
  • O desafio do tempo
  • Mais estações
  • Se medir aos elementos
  • Os combates

Seguir o guia

  • Os animais guias
  • O guia com forma humana
  • O mapa
  • O guia divino

Poeiras do caminho, poeira do tempo

  • A pérola perdida e a pilhagem do tesouro
  • A fadiga do viajante
  • A viagem armadilha
  • A lembrança de viagem

Conclusão

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