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evola:magia

GRUPO UR & KUR — INTRODUÇÃO À MAGIA

UR KRUR. Introduzione alla magia I-III. Roma: Edizioni Mediterranee, 1987.

Esquema-resumo sobre o qual estaremos aditando citações, excertos e comentários. Construído a partir do índice do original em italiano, “Introduzione alla Magia” , de Gruppo di Ur (Mediterranee, 1971).

  • Premissa
  • A matéria recolhida nestes volumes foi publicada em uma série de fascículos sob o título de “Ur” de 1927 a 1928 e de “Krur” em 1929. Agora está reunida neste volume que se intitula “Introdução à Magia enquanto ciência do Eu”. Os escritos originais foram atualizados de acordo com o interesse de seus autores. Foram originalmente compilados e publicados segundo um critério de organicidade e de progressividade, permitindo um desenvolvimento gradual da matéria. Tudo segundo o princípio que na ciência tradicional é o ensinamento que conta, não a pessoa que o expõe, guardando-se assim o anonimato dos colaboradores
  • Introdução
  • Na vida de qualquer homem há momentos de vacilo nas certezas, onde se apresenta a questão: quem sou eu?
  • Sente-se que tudo que se faz é simples distração, afastando do pensar profundo e se subtraindo da angustia existencial.
  • Em alguns caso o impulso de uma força animal que não quer morrer se reafirma, fazendo crer que se trata apenas de incubo, de desiquilíbrio nervoso, e buscando um novo acomodamento para retornar à “realidade”.
  • O questionamento torna-se um “problema filosófico”, recomeça-se o jogo, especulando-se e fingindo lançar um luz na obscuridade.
  • Outros se voltam efetivamente para uma séria busca de um conhecimento de si e em si, do ser.
  • Esta modalidade leva à iniciação, leva ao reconhecimento da “inverdade” deste mundo, da possibilidade de um despertar.
  • Importância de não se sentir só nesta busca, da presença de buscadores e de caminhos.
  • Reconhecimento de um saber além do intelecto raciocinante, da crença, da cultura, da ciência; capaz de cessar a angústia, dissipar a obscuridade e a contingência do estado humano de existência, resolvendo o problema do ser; este conhecimento é transcendente no sentido que pressupõe uma mudança de estado, não em termos de consciência, mas de uma verdadeira transformação.
  • Tal realização possibilita considerar apenas o concreto, real, relação nua e crua de si com si e com o mundo.; relação esta condicionada e contingente, própria ao estado físico de existência; não se trata de uma espiritualidade simplista contrapondo-se à existência física, que não altera em nada o eu sou, como homem, na hierarquia dos seres.
  • Eis porque a necessidade de uma crise, de uma brusca revolução, da força de se pôr à parte de tudo, de se destacar de tudo; a mutação da própria estrutura mais profunda é o que conta com vistas ao conhecimento superior.
  • Este conhecimento, o qual é ao mesmo tempo sapiência e potência, é essencialmente “não-humano” e assim se transmite por uma via de superação ativo e efetivo, ontológico, da condição humana.
  • Há tempos preso em um círculo mágico, o homem se encontra ignorante destas possibilidades, ciente apenas das ilusões propostas pela ciência, sua única “certeza” nesta jornada terrestre.
  • Este saber diverso e superior existe: quod ubique, quod ab omnibus et quod semper; corresponde a uma tradição única que em várias formas de expressão se pode encontrar nas tradições de múltiplos povos: ora como sapiência de antigas elites reais ou sacerdotais, roa como conhecimento oculta em símbolos sagrados, mitos e ritos cujas origens se perdem nos tempos primordiais, ora como escritos alegóricos, mistérios e iniciações, como teurgia, yoga ou alta magia, e recentemente em correntes subterrâneas afloradas aqui e ali na trama da história ocidental, como o Hermetismo e o Rosa-Cruz.
  • Esta “técnica divina” tradicional oferece a possibilidade real, a quem tenha encontrado em si a capacidade de superar a crise mencionada destacando-se de tudo tão humano, de voltar-se a outra categoria de ser, a outra raça remota.
  • É preciso fazer do corpo inteiro um instrumento da consciência que, superando a limitação individual, deverá penetrar no estrato onde age a força obscura e profunda de um Eu superior: assim encontrando a entrada da via que conduz ao “palácio reservado do Rei”.
  • A presente coletânea de monografias tem a intenção de dar orientações sobre tal ciência secreta; embora a obscuridade do tema seja inerente ao mesmo; a matéria será tratada por:
  • exposições de métodos, de disciplinas e de técnicas;
  • relações de experiências efetivamente vividas;
  • republicações de traduções de textos raros da tradição do Oriente e do Ocidente
  • enquadramento doutrinal sintético, desafiando a imagem rígida do homem, do mundo e da história, prevalentes na civilização moderna.
  • Os diferentes ensaios se complementam e se ordenam de modo a oferecer os elementos necessários para a compreensão adequada da matéria, mantendo-se o anonimato does autores.
  • O termo “magia” no título, deve-se entender como metafísica prática, como propõe Roger Bacon.

ENSAIOS

  • Pietro Negri — Sub specie interioritatis
  • Leo — Barreira
  • Abraxa — Conhecimento da Água
  • Luce — Opus magicum: a concentração e o silêncio
  • Ea — Sobre o caráter do conhecimento iniciático
  • A via do despertar segundo Gustavo Meyrink
  • Luce — Opus magicum: o Fogo
  • Abraxa — A tríplice via
  • Leo — Postura
  • Glosa do Opus magicum — II capítulo
  • Leo — Iniciação à experiência do “corpo sutil”
  • O conhecimento enquanto liberação (sobre o Kularnava-tantra)
  • Abraxa — O Caduceu hermético e o espelho
  • Luce — Opus magicum: a “Palavra de Poder” e o caráter do ente
  • Pietro Negri — Conhecimento do símbolo
  • Apathanathismos (Ritual mitraico do “Grande Papiro mágico de Paris”)
    • Introdução
    • Texto
    • Comentário
    • Apêndice mágico ao ritual
    • Recapitulação
  • Abraxa — Instrução para o “conhecimento da respiração”
  • Oso — Apontamentos sobre o Logos
  • Arom — Experiência primeira
  • Ea — O problema da imortalidade
  • Leo — Além do limiar do sono
  • Ea — Sobre a visão mágica da vida
  • Abraxa — A segunda preparação do Caduceu hermético
  • Iagla — Experiência: a lei do ente
  • A via da realização segundo o Buda
    • Glosa variada
  • Luce — Instrução de magia cerimonial
  • Ea — A doutrina do “corpo imortal”
  • De Pharmaco catholico
  • Abraxa — Operação mágica a dois vasos — O desdobramento
  • Ensinamento iniciático tibetano: a “vacância” e o “diamante-fulgurante”
  • Arvo — Sobre “contra-iniciação”
  • Luce — Opus magicum: o Perfume
  • Arvo — O pensamento consciente — o relaxamento — o silêncio
  • Ea — Considerações sobre a magia e sobre “poder”
  • Abraxa — Magia da imagem
  • Pietro Negri — O andrógino hermético e um códice plúmbeo alquímico italiano
  • Luce — Opus magicum: a corrente
  • Leo — Sobre a postura diante do ensinamento iniciático
  • Ea — Liberdade, previdência e relatividade do tempo
  • Glosa do Opus magicum
  • Iagla — Sabedoria serpentina
  • Luce — A invocação
  • Extrato do “De Mysteriis”
  • A mensagem da estrela polar
  • Sirio — a névoa e o símbolo
  • Ea — Sobre a doutrina geral do mantra
  • Alba — De naturae sensu
  • Leo — Aforismos
  • Pietro Negri — Venturas e desventuras em magia
    • Glosa variada
  • “Recordação”e “voz”
  • Decadência da palavra
  • Ainda sobre a doutrina iniciática da imortalidade
  • Imanência e transcendência
  • Irrealidade do corpo pesado
  • Via errada
  • Pitagora — Dos ditos áureos
  • Arvo e Ea — A doutrina esotérica dos centros secretos do corpo em um místico cristão
  • Abraxa — Magia do rito
  • Instrução da cadeia
  • Endereço individual de preparação
  • Primeiras instruções da cadeia
  • Instruções para uma fase posterior
  • Iagla — A lógica do subsolo
  • Pietro Negri Sobre a tradição ocidental
  • Avaliação da tradição pagã
  • Oriente, Ocidente e Cristianismo
  • A tradição iniciática no Ocidente
  • A Tradição romana
  • A sapiência iniciática romana
  • A lenda de Saturno
  • Etimologia de Saturno
    • Addenda
  • O simbolismo agrícola em Roma
  • Havismat — A tradição e a realização
  • Oso — Uma vontade solar
  • Pietro Negri — A linguagem secreta dos “Fiéis de Amor”
  • Abraxa — Solução do ritmo e da liberação
  • Luce — Opus magicum: o diáfano
  • Arvo — Vivificação dos “signos” e das “fontes”
  • Ea — A consciência iniciática no além-túmulo
  • Glosa variada
  • A magia
  • O mestre
  • O canto
  • Iagla — Sobre a “água corrosiva”
  • Arvo — A etnologia e os “perigos da alma”
  • Sobre a arte dos Filósofos de Hermes
  • Glosa variada
  • O desejo em magia
  • Sentido do rito
  • Sentimento e realização
  • Antecipação da alquimia física
  • Sobre a iniciação descuidada
  • Experiência: o “duplo” e a consciência solar
  • Ea — Sobre a metafísica da dor e da doença
  • Leo — Apontamentos para a animação dos “centros”
  • Arvo — Kirillov e a iniciação
  • Havismat — Anotações sobre a ascese e sobre o anti-europa
  • Milarepa
  • O demônio das neves
  • O canto de alegria
  • O canto da essência da coisa
  • Arvo — A magia da estatueta
  • Ea — O esoterismo e a moral
  • Nilius — Fármaco e veneno
  • Truba Philosophorum
  • Glosa variada
  • Corporizar o conhecimento
  • Sobre a “mortifica;cão
  • Sobre a potência
  • Abraxa — A magia da criação
  • Pietro Negri — Da oposição contingente ao desenvolvimento espiritual
  • Alguns efeitos da disciplina mágica: a”dissociação dos mistos“
  • Posição e solução do contraste entre ciência positiva e magia
  • Abraxa — A magia das uniões
  • Otakar Brézina — Perspectiva
  • Glosa variada
  • Prodígio e tempo passado
  • Magia sensual
  • Breno — Apontamentos sobre a morfologia oculta e sobre a corporalidade espiritual
  • Zam — Um desconjuro mágico pagão
  • Arvo — Sobre a tradição hiperbórea
  • Glosa variada
  • A mulher e a iniciação
  • Ex Oriente lux
  • Vias do espírito ocidental
  • Abraxa — A Nuvem e a Pedra
  • Breno — Iniciação moderna e iniciação oriental
  • Havismat — A zona da sombra
  • Ea — Poesia e realização iniciática
  • Ea — Aristocracia e ideal iniciático
  • Brezina — Cântico do Fogo
  • Arvo — Acerca de “oráculo aritmético” e o bastidor da consciência
  • Arom — Experiência: a coroa de luz
  • Dorn — Clavis philosophiae chemisticae
  • Glosa variada
  • Dificuldade a crer
  • Quem “via” os deuses
  • Homem e Deuses
  • Ea — A lenda do Graal e o “mistério” do Império
  • Havismat — O instante o eterno
  • Abraxa — A comunicação
  • Dignidade do homem
  • Glosa variada
  • Apro — O ciclo da consciência
  • Taurulus — Experiência
  • Ea — Que coisa é a “realidade metafísica”
  • Iagla — Sobre a “lei do ente”
  • Conhecimento da expiação
  • Conhecimento da vingança
  • Conhecimento do amor
  • Glosa variada
  • Plotino — Máximas da sabedoria pagã
  • Leo — Ritmo humano e ritmo cósmico
  • Ea — Sobre o limite da “regularidade” iniciática
  • Narayana Swami Aiyar — Transmutação do homem e do metal
  • Ea — Sobre o simbolismo do ano
  • Abraxa — A magia da vitória
  • Arvo — A “origem da espécie” segundo o esoterismo
  • Varia: Ainda sobre a sobrevivência. Sua paixão, temor e outro ainda
  • Ea — Sobre o “sagrado” na tradição romana
  • Liberação da faculdade
  • Iniciação à magia segundo Giuliano Kremmerz
  • Rud — Ascese primeira
  • Abraxa — Conhecimento da ação sacrificial
  • Glosa variada
  • Sobre o sacrifício
  • Sirio — O rumor
  • Masson-Ousserl — Sobre o papel da magia na especulação hindu
  • Esoterismo e mística cristã
  • Gic — Do “Cântico do tempo e da semente”
  • Metafísica e fenômeno mágico
  • Leo — A “Serpente emplumada”
  • Agarda — Apontamentos sobre a ação na paixão
  • Sagittario — Despertar
  • Arvo — O “primitivo” e a ciência mágica
  • Agnostus — Sobre dois símbolos hiperbóreos
  • Gallus — Experiência entre os árabes
  • Glosa variada
  • Maximus — Apontamentos sobre o “desapego”
  • O asceta, o fogo, o espaço (do Milindapanha)
  • Ea — Autoridade espiritual e poder temporal
  • Sobre as drogas
  • Glosa variada
  • Ver sem querer ver
  • Muito para o “vazio”
  • Ekatlos — A “Grande Marca”
  • Ea — O esoterismo, o inconsciente, a psicanálise
  • A dupla máscara
  • Perspectiva mágica segundo Aleister Crowley
  • Despedida
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