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GNOSIS. ESSÊNCIA DO DUALISMO GNÓSTICO
GARCÍA BAZÁN, Francisco. Gnosis. La esencia del dualismo gnóstico. Buenos Aires: Ediciones Universitarias Argentinas, 1978
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Introdução: O dualismo religioso
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Noção contenciosa
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Simone Pétrement
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Ugo Bianchi
Dualismos-
Filosófico
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Dois princípios absolutos e irredutíveis, constituintes do universo
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Dão razão à realidade total
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Opõe-se ao monismo, ao panteísmo
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Solução ocidentalista, obra de reflexão racional
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Wolff: substâncias espiritual e material
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Doutrina platônica, cartesiana e kantiana seriam dualistas
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Pensamento de Aristóteles, Espinoza, Leibniz e Idealismo Alemão seria monista
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Dualismo gnoseológico, ético, antropológico, psicológico, etc
ReligiosoDiretamente relacionado com a experiência religiosaOrigem-
Originalmente se acreditava ser originário da religião do antigo Irã (Zoroastrismo)
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Investigações etnológicas identificam em todas as civilizações no tempo e no espaço
Fenomenologia religiosa-
Características do dualismo religioso
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Coeternidade de deuses ou de princípios essencialmente contrários
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Não convertibilidade de ambos os termos
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Atividade criadora ou co-criadora do mal e direção do criado
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Propensão da mescla cósmica até o bem que a transcende
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Estudiosos
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Pétrement
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Dualismo deduzível da ideia de transcendência, onde já se encontra assim implícito.
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Divino além do Mundo é assim Outro
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Toda religião é de algum modo dualista
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Dualismo mais ou menos forte, mas não absoluto
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Características
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Subjetividade frente ao pensamento monista, que está mais separado do sujeito
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Caráter crítico e negativo
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Busca da salvação
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Salvação encontrada em algo novo e desconhecido
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Origem
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Experiência do mal, levando à questão do bem, visto assim como separado
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Consciência do bem como transcendente e novo
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Dualidade de princípios é só forma externa e abstrata
Bianchi-
Criação e governo do mundo são o resultado de poderes opostos
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Caracteres do mito
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Criador
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Co-criador rival e com capacidade demiúrgica
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Primordial como Uno ou totalidade, cuja queda desemboca na multiplicidade
Rousseau-
Existe um deus bom paralelamente com ele, outro mal por natureza
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Este último é arche, logo incriado e eterno
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É criador
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É inferior ao deus bom
Capítulo I: Definição do gnosticismoA gnosisO mito gnósticoCapítulo II: As origens do gnosticismoOrigens cristãosOrigens judaicosOrigens helenísticosOrigens orientaisCapítulo III: O dualismo do gnosticismo cristãoSimão SamaritanoMenandroSaturninoO livro secreto de JoãoBarbelognósticos e ofitasNaassenos, peratas e sethianos de Hipólito de RomaBasílidesMarcionValentinoOs novos descobrimentosCapítulo IV : O Novo Testamento e o gnosticismoCorpus PaulinumEvangelhos sinópticosEvangelho de São JoãoOs Atos dos ApóstolosAs epístolas católicas e pastoraisCapítulo V: Os gnósticos de PlotinoEnéada III, 8Enéada V, 8Enéada V, 5Enéada II, 9Indícios e ratificações da polêmica gnósticaCapítulo VI: O gnosticismo orientalManiqueísmoMandeísmoConclusões/home/mccastro/public_html/perenialistas/data/pages/bazan/gnosis-doutrina.txt · Last modified: by 127.0.0.1
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