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schuon:jogo-de-mascaras:sem-a-verdade

PONTO DE INICIATIVA SEM A VERDADE

  • A cura para os males do mundo contemporâneo não reside na invenção de novas ideologias ou na obsessão pelo dinamismo, mas na recuperação da Verdade eterna que existe independentemente da vontade humana.
    • Ideologia como sinal de fraqueza e substituto ineficaz.
    • Crítica ao dinamismo como valor em si mesmo.
    • Eficácia da verdade dependente da assimilação pelo sujeito.
    • Verdade como fonte de força, não o contrário.
  • O conhecimento profundo da realidade transcende a ciência experimental e acessa-se através do simbolismo e da metafísica, que constituem ciências rigorosas e não formas de pensamento pré-lógico ou ingênuo.
    • Limitação da ciência aos fenômenos físicos e psíquicos.
    • Simbolismo como linguagem exata da tradição.
    • Rejeição do simbolismo como prova de incompreensão moderna.
  • A religião em si permanece incorruptível e independente dos abusos humanos, sendo a suposta falência religiosa, na verdade, a falência do homem que se deixou seduzir pelo cientismo e perdeu o senso do sagrado.
    • Distinção entre a mensagem sagrada e a exploração humana.
    • Cientismo como desculpa para a fuga do Absoluto.
    • Ciência totalitária que ignora seus próprios limites.
  • As correntes humanistas e materialistas, culminando no marxismo, buscam edificar uma humanidade perfeita destruindo o humano, ignorando que a religião é uma necessidade “ecológica” indispensável para a sanidade psíquica.
    • Evolução do humanismo deísta ao marxismo ateu.
    • Religião como proteção contra os pesadelos da existência.
    • Felicidade impossível sem a significação espiritual da vida.
  • O argumento cético sobre as contradições entre as religiões é falacioso, pois a metafísica tradicional é capaz de conciliar a diversidade formal das doutrinas com a unanimidade de sua verdade essencial.
    • Analogia com a pretensão individual do “eu”.
    • Comparação com a visão única da montanha.
    • Justiça feita à objetividade e à subjetividade.
  • A verdadeira utilidade social define-se pela capacidade da coletividade em permitir que o indivíduo realize sua razão de ser diante do Absoluto, invertendo a lógica de que o homem existe para a sociedade.
    • O indivíduo como fragmento de absoluidade.
    • Primazia da verdade sobre o social.
    • O homem solitário diante de Deus como meta da comunidade.
  • A falsa dicotomia entre salvação pessoal e altruísmo ignora que a purificação interior é condição sine qua non para ajudar efetivamente o próximo, e que a contemplação não exclui a capacidade de ação.
    • Crítica ao sentimentalismo “altruísta” (ex: Vivekananda).
    • Hipocrisia de esconder defeitos sob boas obras.
    • Bhagavad Gita como prova da união entre ação e espírito.
  • A ação fundamentada na verdade possui um valor intrínseco e uma eficácia espiritual que independem do sucesso externo, constituindo uma vitória interior mesmo diante das adversidades da “idade de ferro”.
    • Dever de agir sem apego aos frutos.
    • Fidelidade aos princípios como vitória na alma.
    • Efeitos incalculáveis da atividade espiritualmente correta.
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