Elias

(DRG)

O profeta Elias (Seyidna Dhûl-Kifl), que a Tradição considera ter sido elevado ao Céu numa “carruagem de fogo”, sem ter passado pela morte corporal deve, segundo as escrituras (Apocalipse, XI), aparecer na terra no final do presente ciclo como testemunha, com o patriarca Enoque.

Segundo os escritos Rosacruzes, Elias (Elias Artista) representa, como tal, o “fogo filosófico” que preside a realização da “Grande Obra” hermética. Tendo a sua estadia na “Cidadela Solar”, pode ser comparado aos “Imortais” (Chirajîvîs) que se encontram no “Centro do Mundo”. É aliás, escreve Guénon, esta “Cidadela Solar”, que deveria “descer do céu à terra no final do ciclo, na forma da Jerusalém celeste”, o que corresponderia à concretização da perfeita “quadratura do círculo”.

(FTCC, “Hermes”.)

Veja Enoque, Jerusalém Celestial.